<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751</id><updated>2012-01-30T10:00:28.118-04:00</updated><title type='text'>PEDRO MISSIONEIRO</title><subtitle type='html'>ESCRITOR, ENÓFILO, CONNAISSEUR E CONSULTOR DE VINHOS</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>33</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-7700529993883054112</id><published>2011-08-01T17:11:00.004-04:00</published><updated>2011-08-01T17:21:56.758-04:00</updated><title type='text'>Vinho - A velha questão do Custo/Benefício!</title><content type='html'>Esquecendo o preço do vinho na loja, um vinho de boa relação custo/benefício é, antes de tudo, uma questão de estado de espírito. O estado de espírito tem muito a ver com o momento e suas circunstâncias.&lt;br /&gt;Simplificando a questão, um vinho de boa relação custo/benefício é aquele que cabe no seu bolso, com maior ou menor folga e que se encaixa na sensação de muita agradabilidade a uma determinada situação em que você está bebendo e, obviamente, vivenciando!&lt;br /&gt;Numa conversa descontraída de bar, terraço ou piscina, um vinho mais básico, bom de boca, deve ser o escolhido. Numa refeição trivial, em casa com a família ou em um restaurante com amigos, um vinho básico mais potente, mais gastronômico, é uma boa pedida. Quando se têm refeições especiais com pratos mais potentes e mais elaborados, o bom vinho tem preço obviamente mais elevado pelos cuidados requeridos na sua elaboração desde os vinhedos até a cantina de vinificação.&lt;br /&gt;Partindo de um nacional, o &lt;strong&gt;Premium Merlot&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;Casa Valduga &lt;/strong&gt;é um básico de boa relação custo/benefício. O &lt;strong&gt;RAR Pinot Noir&lt;/strong&gt;, elaborado pela &lt;strong&gt;Miolo Wine Group&lt;/strong&gt;, está para as refeições especiais com uma excelente relação. Nas refeições triviais, o francês &lt;strong&gt;Beaujolais-Village&lt;/strong&gt;, do &lt;strong&gt;Georges Duboeuf &lt;/strong&gt;ou do &lt;strong&gt;Domaine des Nugues &lt;/strong&gt;(dos meus amigos Vignerons &lt;strong&gt;Gérard &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Gilles Gelin&lt;/strong&gt;), também oferece excelente relação custo/benefício. Um português do &lt;strong&gt;Douro&lt;/strong&gt;, elaborado pela &lt;strong&gt;Casa Ramos Pinto&lt;/strong&gt;, tem potência para altas gastronomias.&lt;br /&gt;Enfim, para reconhecer um vinho de boa relação custo/benefício você deve considerar a abertura que você está dando para a saída de grana do bolso, e experimentá-lo pessoalmente. Só assim você vai concluir pela agradabilidade do vinho em relação às suas expectativas. Nunca vá atrás de conversas complicadas de enochatos!&lt;br /&gt;De quais países vêm vinhos de boa relação custo/benefício? É uma questão interessante... Vou começar pelo avesso. No Brasil este aspecto fica prejudicado porque o draconiano vício do governo brasileiro em taxar abusivamente os vinhos (próximo de 50%), eleva artificialmente o custo, além do frete igualmente oneroso. Cenário similar ocorre com os vinhos americanos, taxados ao redor de 5%, mas que têm como filosofia cobrar altos preços a partir das vinícolas.&lt;br /&gt;Mas para ajudar na sua decisão, recorra aos bons vinhos chilenos, argentinos, portugueses, espanhóis, italianos e franceses... Você tem um leque bem grande de boas opções, com ótima relação custo/benefício!&lt;br /&gt;Bons goles e até a próxima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-7700529993883054112?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/7700529993883054112/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=7700529993883054112' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/7700529993883054112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/7700529993883054112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2011/08/vinho-velha-questao-do-custobeneficio.html' title='Vinho - A velha questão do Custo/Benefício!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-2059227510577301308</id><published>2011-08-01T16:46:00.010-04:00</published><updated>2011-08-01T17:11:20.872-04:00</updated><title type='text'>Os famosos “Crus” do Beaujolais (Sul da Bourgogne - França)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quando falamos em Beaujolais, o primeiro que vem à mente da maioria dos enófilos é o Beaujolais Nouveau... O vinho simples, fresco e colocado no mercado na 3ª quinta-feira de novembro todos os anos, apesar de ser interessante, não representa bem a região. (Assim como a garrafa azul fez tão mal aos verdadeiros brancos alemães, o Beaujolais Nouveau deixou uma péssima imagem dos autênticos Beaujolais).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Nos níveis mais altos, a expressão da uva Gamay impressiona pela variedade de estilos. Quando digo níveis mais altos, refiro-me aos famosos “10 Crus do Beaujolais”. Cada “cru” é representado por uma comuna (cidade vinícola) e leva seu nome. Nesta região dos Crus, o solo tem mais granito, com porcentagens variadas de areia, com melhor drenagem a temperaturas mais altas. Toda a uva é colhida manualmente. Isto se dá, principalmente, porque o método de fermentação das uvas é por maceração carbônica e, para isso, as uvas precisam estar intactas, sem esmagamento pré-fermentativo.&lt;br /&gt;Situando-se entre as cidades de Mâcon (a norte) e Lyon (a sul), esta ‘apelação’ é discriminada mesmo dentro da Bourgogne, chegando vários autores a descartá-la do mapa borgonhês. Eu não!... Tanto que estou aqui (em Lancié, arredores de Macôn) hoje, dia 09 de Junho’2011, visitando um dos produtores desses famosos ‘crus’, a quem presto consultoria no Brasil: Domaine des Nugues, do meu amigo Vigneron Gérard Gelin e seu filho Gilles. ( &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.domainedesnugues.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;www.domainedesnugues.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; )...&lt;br /&gt;Beaujolais é uma antiga província francesa cuja capital histórica é Beaujeu, de onde a região tira seu nome, e cuja capital atual é Villefranche-Sur-Saône.&lt;br /&gt;A uva Gamay - Variedade (casta) única na elaboração do Beaujolais - é delicada, de taninos finos e tende aos aromas frutados, gera inclusive algumas expressões mais minerais, dependendo do ‘cru’, da constituição de seu solo e clima da safra. Alguns bons exemplos desenvolvem-se, melhorando tranquilamente, por 10 anos. Os famosos ‘crus’ a que me refiro, são:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;ST. AMOUR&lt;/strong&gt;: Região fresca, precisa de safras ensolaradas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JULIÉNAS&lt;/strong&gt;: Vinhedos altos dão grandes vinhos, considerados o máximo da qualidade. Frutados, intensos, com taninos firmes e ótima acidez, perfeitos para guardar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHÉNAS&lt;/strong&gt;: Seu nome vem dos “chênes” (carvalhos) que cresciam na área. Vinhedos sobre granito. Os de safras mais maduras agüentam um tempo de guarda.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MOULIN A VENT&lt;/strong&gt;: Um dos maiores e mais longevos vinhos do Beaujolais. Terrenos de areia rosa sobre granito e manganês. Precisa de certo tempo em garrafa para desenvolver aromas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FLEURIE&lt;/strong&gt;: Exuberante, cheio de fruta e fácil de beber.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHIROUBLES&lt;/strong&gt;: Fica pronto cedo, é leve e delicado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RÉGNIÉ&lt;/strong&gt;: Solo leve, granito arenoso. Vinhos leves, aromáticos, delicados. Quanto mais ao sul, mais leves.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MORGON&lt;/strong&gt;: Aromas generosos de cereja e morango, com acidez marcada e refrescante. Esse vinho passa por barricas de carvalho e ao contrário de outros Beaujolais, atinge seu apogeu 05 anos após a colheita.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BROUILLY&lt;/strong&gt;: Maior produção de vinhos da região. Variam devido ao tamanho da AOC. Simples, mas com boa estrutura.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CÔTE DE BROUILLY&lt;/strong&gt;: Um pouco superior aos Brouilly. Frutados, ricos e vinosos.&lt;br /&gt;Enfim, o verão brasileiro - e também o francês - é um grande desafio a ser vencido pelos vinhos tintos, principalmente aqueles mais robustos e alcoólicos, como a maioria dos produzidos no Novo Mundo... O calor pede também pratos mais leves e vinhos que ganhem quando servidos a temperaturas mais baixas. Por isso, a opção por um bom Beaujolais-Villages ou um Cru de Beaujolais merece estar presente na mente e na mesa do aficionado do vinho e da gastronomia...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Saúde, Santé!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-2059227510577301308?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/2059227510577301308/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=2059227510577301308' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/2059227510577301308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/2059227510577301308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2011/08/os-famosos-crus-do-beaujolais-sul-da.html' title='Os famosos “Crus” do Beaujolais (Sul da Bourgogne - França)'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-8979747270692658967</id><published>2011-02-08T17:06:00.004-04:00</published><updated>2011-02-08T18:00:51.367-04:00</updated><title type='text'>Núpcias?... Ah!..., tem que ter Champagne!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Para brindar sua noite de núpcias em grande estilo, não hesite no glamour que a ocasião exige.... Escolha um belo Champagne, essa centenária, deliciosa e saudável bebida!... Dom Pérignon, Moêt &amp;amp; Chandon Brut Imperial, Krug, Gosset, Tattinger etc.&lt;br /&gt;A bebida perfeita para celebrar esta ocasião é, sem dúvida, o Champagne ou um bom Espumante Brut (seco), que agradam a todos os gostos e são as mais populares entre as pessoas. Entretanto, se o lugar, o clima, ou a pessoa que a acompanha exigir um vinho particular, não vacile!&lt;br /&gt;Se estiver promovendo uma festa, atente ao seguinte detalhe: Conforme o estilo da recepção, o consumo muda... Em um evento com banda animada, por exemplo, é indispensável servir bastante água, diferente de uma recepção calma, onde o ideal é servir coquetéis... Prestar atenção nestes detalhes garantirá uma festa maravilhosa e, certamente, será comentada, pois a escolha das bebidas influencia no sabor dos pratos a serem servidos e colabora para um “casamento” ideal de paladares.&lt;br /&gt;Não beba nem sirva aos seus convidados vinhos secos com alimentos doces, pois o vinho terá um sabor ralo e ácido, desagradável, e fique com carnes vermelhas se o vinho for um tinto de alto teor de tanino, como um Barolo (italiano), Dão ou Bairrada (portugueses), ou um Bordeaux (francês) e pronto!...&lt;br /&gt;Comidas com untuosidade e maresia, a exemplo de mariscos, vôngoles e moluscos em geral, combinam bem com Vinhos Verdes, Champagnes e Espumantes Brut, alguns vinhos de Sauvignon Blanc e Chardonnay ‘sem madeira’.&lt;br /&gt;Desse modo, o mais sensato a fazer, para não complicar, é seguir algumas regras obvias, ou seja: &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;· &lt;span style="color:#003333;"&gt;Bacalhau assado, Atum, Carnes brancas, Vitela, Embutidos:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;Vinho tinto leve&lt;/span&gt; (Beaujolais-Village, Valpolicela, Bardolino, Espumante rosé).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;· Carnes Vermelhas grelhadas ou assadas;&lt;br /&gt;· Massas e Risotos com molhos de carne ou de tomate;&lt;br /&gt;· Filé Mignon, Bracciolas e Almôndegas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;Vinho tinto de corpo médio&lt;/span&gt; (Pinot Noir, Merlot, Syrah, Malbec).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;· Churrasco, Rabada, Carnes de Caça, Feijoada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;Vinho tinto encorpado&lt;/span&gt; (Cabernet Sauvignon, Tannat, Carménère, Pinotage).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;· Linguado, Pescada, Salmão defumado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;Vinho branco leve&lt;/span&gt; (Riesling Itálico, Sauvignon Blanc, Espumante brut).&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#003333;"&gt;Robalo; Camarão; Mariscos;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;· &lt;span style="color:#003333;"&gt;Massas e Risotos cremosos ou com frutos do mar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&gt; &lt;span style="color:#006600;"&gt;Vinho branco médio&lt;/span&gt; (Chardonnay sem madeira, Gewürztraminer, Alvarinho, Arinto).&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#003333;"&gt;Bacalhau com molho branco; Salmão fresco; Lagosta;&lt;br /&gt;· Pintado, Surubim, Pirarucu, Tambaqui, Aves brancas (frango assado e peru).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&gt; &lt;span style="color:#006600;"&gt;Vinho branco encorpado&lt;/span&gt; (Chardonnay amadeirado, Viognier, Montrachet, Chablis Grand Cru). &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;Frios em geral - com Vinhos tintos ‘ligeiros’, pouco densos e nada tânicos.&lt;br /&gt;· defumados, salgados e gordurosos: Vinhos jovens!... Tente, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&gt; Embutidos:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;com Beaujolais-Village ou qualquer outro vinho da uva Gamay&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&gt; Presuntos crus:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;com Jerez (Xerez) ou Vinho do Porto Tawny.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&gt; Salame:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;com Chianti e outros vinhos toscanos (Região da Toscana, Itália).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&gt; Mortadela:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;com Lambrusco e outros vinhos frisantes tintos secos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&gt; Peru e frios de carne branca:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;com Chardonnay do “Novo Mundo” (&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Austrália, USA, Chile, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Argentina, Brasil&lt;/span&gt;). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Pizzas e Tortas&lt;/span&gt; (Salgadas) - Os vinhos ideais para acompanhamento são:&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#660000;"&gt;Mozzarela&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;:&lt;/span&gt; brancos de boa acidez ou tintos leves, jovens.&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#660000;"&gt;Aliche:&lt;/span&gt; Espumante brut (ou Cerveja).&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#660000;"&gt;Calabresa:&lt;/span&gt; Beaujolais-Village (francês), Gamay brasileiro (Jovens e frutados).&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#660000;"&gt;Portuguesa:&lt;/span&gt; tintos tânicos, jovens.&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#660000;"&gt;de Palmito:&lt;/span&gt; brancos estruturados.&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#660000;"&gt;Alho e Óleo:&lt;/span&gt; brancos, se for delicado.&lt;br /&gt;· &lt;span style="color:#660000;"&gt;Com Frutos do Mar e/ou Camarões:&lt;/span&gt; Chardonnay. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Sobremesa em geral&lt;/span&gt; - &lt;span style="color:#000066;"&gt;Acompanhe com vinhos próprios, a saber:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;· &lt;span style="color:#009900;"&gt;Sauternes (Franceses), Late Harvest (Argentinos e Chilenos), Espumante Moscatel ou mesmo um Chandon Passion Demi-Sec (Brasileiros). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Os inimigos do vinho - Há certas comidas que devem ser evitadas ao redor dos grandes vinhos, pois em geral não reagem bem com eles. Evite, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;· &lt;span style="color:#000066;"&gt;Aspargos, Ovos, Alcachofras, Sopas, Alho (forte), Vinagre (nas saladas).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;· &lt;span style="color:#000066;"&gt;Uvas (tipos de frutas ácidas), Pimenta, Azeitonas, Picles, Chocolate&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;¹&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.  &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;¹&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O chocolate e doces a base dele, especificamente, deve ser acompanhado com um &lt;span style="color:#660000;"&gt;Banyuls &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;(Francês),&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;Jerez&lt;/span&gt; oloroso (Espanhol) ou com um &lt;span style="color:#660000;"&gt;Vinho do Porto Ruby &lt;/span&gt;(Português). Nenhum outro vinho é recomendado para acompanhar sobremesas à base de chocolate!) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-8979747270692658967?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/8979747270692658967/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=8979747270692658967' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/8979747270692658967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/8979747270692658967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2011/02/nupcias-ah-tem-que-ter-champagne.html' title='Núpcias?... Ah!..., tem que ter Champagne!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-3705906897453231024</id><published>2010-04-07T21:46:00.002-04:00</published><updated>2010-04-07T21:56:20.670-04:00</updated><title type='text'>O que significa o termo francês “Terroir” ?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Desta feita resolvi falar sobre um tema que ainda causa muitas dúvidas nas pessoas, inclusive para muitos enófilos, apreciadores de vinhos e até mesmo profissionais do ramo. É o termo &lt;strong&gt;Terroir&lt;/strong&gt;. Este, definitivamente, não é algo que se possa explicar facilmente, pois é um termo complexo e abrangente. Portanto, compartilho com vocês um pouco da minha experiência para ajudar a entender o que é Terroir!&lt;br /&gt;E o que então significa “terroir”?&lt;br /&gt;Para mim seria bem mais fácil escrever ou falar sobre “terroir” se eu já não tivesse passado algum tempo num “Domaine” na Bourgogne - França, e vivenciado com eles e no meio deles a complexidade desse termo. Para os franceses está intrínseco na cultura daquele país, e para quem não vive lá ou nunca esteve visitando um Château na região de Bordeaux, um Domaine na Bourgogne ou mesmo um pequeno viticultor na Côtes-du-Rhône ou no Languedoc-Roussillon (Sul da França), realmente fica difícil compreender tamanha complexidade.&lt;br /&gt;A palavra &lt;strong&gt;terroir&lt;/strong&gt; é muito antiga, e acredita-se que seja uma modificação lingüística de formas antigas - &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;tieroir&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; e &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;tioroer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, com origem no latim popular “&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;territorium&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;”.&lt;br /&gt;Características de produção, desde a forma de plantio da uva, o tratamento, a colheita e a elaboração de vinhos - geralmente com produções bem pequenas - foram fatores relevantes na formação deste termo, definido no Século XIX, exatamente em 1929!&lt;br /&gt;Mais recentemente, desde uns 15 anos atrás, a palavra “terroir” ganhou uma conotação positiva no mundo do vinho, e embora sem entender muito, sabe-se que se trata de algo bom... Mas o que exatamente?&lt;br /&gt;Alguns associam apenas como sinônimo de clima, o que acho simplista demais para um termo tão abrangente... O que posso dizer é que o “terroir” - considerado o principal fator pelo qual uma casta (uva) possa, em locais distintos, dar vinhos tão diferentes, é tradicionalmente definido como o conjunto de fatores ambientais que caracterizam um vinhedo... Em outras palavras: o solo, sua estrutura, sua exposição ao sol, vento e chuva, sua orientação geográfica, sua topografia, o clima, e o micro-clima que lhe está associado.&lt;br /&gt;Na verdade, “terroir” é uma palavra antagônica a toda forma de padronização, de uniformização e estandardização do vinho. E vai de encontro ao que é natural, original, ao típico. Ou seja, na França, é a propriedade toda onde se produz o vinho, incluindo tudo o que já disse anteriormente e mais o amor com que se dedicam a fazê-lo!&lt;br /&gt;O “terroir”, como um conceito cultural (principalmente na França), considera que a maior parte das pessoas vive para a produção dos vinhos, que para elas não é uma simples mercadoria, mas uma obra de arte da qual participam e se orgulham. A produção destes vinhos é parte da cultura local e está relacionada com a identificação que estas pessoas possuem com sua região e seu país.&lt;br /&gt;Este é o motivo pelo qual podemos compreender o tratamento dado pela resistência francesa aos vinhos durante a Segunda Guerra Mundial. As garrafas foram um tesouro bem protegido e escondido dos alemães! Obviamente, o sentido de preservação não consistia apenas em conservar um bem material, mas o símbolo de uma identidade, de um orgulho nacional. Não entregá-lo era, em certa medida, poupar a própria alma dos franceses, ou ao menos daqueles grupos que se vinculavam culturalmente aos terroirs!&lt;br /&gt;E é por isso que o termo é tão complexo, unir os elementos naturais ao “savoir-faire” (saber fazer), como dizem os franceses, é o que faz toda a diferença.&lt;br /&gt;Conseguir expressar em um vinho as características do solo, sua estrutura, sua exposição ao sol, vento e chuva, sua orientação geográfica, sua topografia, o clima, e o micro-clima da região, através das intervenções humanas, seja o vigneron (viticultor) homem ou mulher, realmente é algo que vai muito além de “clima”... E isso é “terroir”!&lt;br /&gt;Bons goles! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-3705906897453231024?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/3705906897453231024/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=3705906897453231024' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/3705906897453231024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/3705906897453231024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2010/04/o-que-significa-o-termo-frances-terroir.html' title='O que significa o termo francês “Terroir” ?'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-4901101408200908100</id><published>2010-04-07T21:33:00.002-04:00</published><updated>2010-04-07T21:46:04.085-04:00</updated><title type='text'>Minha visita ao Chile durante o Carnaval brasileiro de 2010!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Aproveitando o período do carnaval brasileiro deste ano, estive visitando o Chile com minha mulher e um casal de amigos queridos, revendo Santiago - sua linda e majestosa capital, além das cidades de Viña del Mar e Valparaíso e, para não perder a chance e o hábito, algumas das suas célebres regiões vinícolas. Para os(as) leitores(as) desse meu Blog, amigos(as) e apreciadores(as) de vinhos, conto alguns detalhes dessa viagem.&lt;br /&gt;Recepcionados e instalados no Novotel Vitacura (localizado num elegante bairro de Santiago, dirigido pelo meu velho e dileto amigo - Luiz R. Segalla), desfrutamos do bom e do melhor da cidade, que oferece aos seus visitantes tudo que desejar, incluindo desde uma simples Empanada à Alta Gastronomia. (Ao final destaco alguns lugares imperdíveis para saborear o melhor da cozinha chilena e internacional na cidade!).&lt;br /&gt;Santiago está localizada na zona central do país, rodeada pela majestosa Cordilheira dos Andes, a 120 km do Oceano Pacífico. Nosso primeiro dia foi dedicado a uma visita pelo centro da cidade - Colina de Santa Lúcia (local da fundação da cidade há exatos 469 anos, comemorados no último dia 12 de fevereiro, quando estávamos presentes!), Palácio Presidencial de La Moneda, Suprema Corte, o antigo Edifício do Congresso, Plaza de Armas (A Plaza de Armas é o marco zero de Santiago. É lá que todo mundo se encontra - estudantes, pregadores, namorados, pedintes, artistas de rua - sob a aquiescência da grandiosa Catedral Metropolitana, construída parte em estilo neoclássico, parte em barroco), passando ainda pelo Museu de Arte, os bairros históricos e os Shoppings do moderno bairro de Previdência e Las Condes.&lt;br /&gt;Nos outros dias, além de perambular por outros locais, almoçar e jantar em diferentes restaurantes, descobrimos muitas novidades boas em Santiago!&lt;br /&gt;Durante a nossa estada, fomos também ao Valle Nevado, localizado a 3.150 metros de altura, em plena Cordilheira dos Andes... Uma aventura e tanto, pois eu fui o motorista!&lt;br /&gt;Os dias seguintes foram dedicados para visitar vinícolas, começando pela Viña Casas del Bosque, localizada no Valle de Casablanca, a 70 km de Santiago e a 30 de Valparaíso. Fundada em 1993 como uma vinícola boutique de família, dedica exclusivamente a produzir vinhos de qualidade. Seu proprietário trabalhou no Château Pétrus (em Pomerol - Bordeaux, França) em 1985 (morando na cozinha!), e na Maison Joseph Drouhin (Bourgogne), além de muitas outras propriedades de renome.&lt;br /&gt;A vinícola conta com uma gama de diferentes atividades, incluindo um restaurante nota 10!. É um lugar para ser visitado como uma experiência eno-turística diferente e inesquecível. Um lugar realmente encantador! Almoçamos lá, saboreando pratos deliciosos e degustando um Pinot Noir simplesmente maravilhoso, podendo dizer que foi o melhor que já experimentei fora da Bourgogne!&lt;br /&gt;Os interessados por novidades devem ficar atentos aos vinhos dessa vinícola, pois mostra muita consistência em todos os níveis, inclusive na relação preço-qualidade, eis que possuem atributos para se destacar na multiplicidade de opções de vinhos andinos existentes no nosso concorrido mercado interno.&lt;br /&gt;Ainda no Valle de Casablanca, além da Viña Casas del Bosque, visitamos também a Vinhedos Emiliana (Vinhos Orgânicos), que produz excelentes vinhos brancos com as castas Chardonnay e Marsanne.&lt;br /&gt;Depois, em outro dia, fomos ao Valle del Maipo, com visita programada na Viña Tarapacá (Ex-Zavalla), localizada num lugar deslumbrante, igualmente encantador. Lá fomos recebidos pela Cláudia Diaz (Relações Públicas), sob recomendação do meu amigo Vigneron Javier Iglesis Buchanan (Diretor de Operações da vinícola na Europa).&lt;br /&gt;Como mencionei no início dessa matéria, também fomos a Viña Del Mar e Valparaiso. São 120 km até o Oceano Pacífico. Uma ‘dica’ para quem também for visitar o Chile... Vale a pena apreciar a diversidade da paisagem própria do Valle de Curacavi, seguindo para o Valle de Casablanca, muito conhecido por sua grande produção de vinhos brancos da casta Sauvignon Blanc, entre outros. Chegando a Valparaiso (Capital Legislativa e principal porto do Chile - recentemente declarada ‘Patrimônio Cultural da Humanidade’ pela UNESCO), você vai se surpreender de ver como suas casas encravadas nas colinas fazem dela uma cidade bastante pitoresca. Visite os principais pontos atrativos de Valparaiso: Plaza de La Victória, Plaza Sotomayor, Monumento às Glórias Navais - Praça 21 de Mayo (suba no mirante ali existente para apreciar o majestoso porto). Depois faça uma caminhada pelas colinas, subindo pelos diferentes elevadores, como fazendo parte do ambiente portenho. Em seguida, continue a viagem até Viña Del Mar, conhecida como a “Cidade Jardim”. Ali poderá ver o “Relógio de Flores”, o “Cassino” e o pequeno vilarejo de Rañaca, lugar onde vale uma parada para o almoço. Depois faça um breve passeio pela praia. Regresse a Santiago pela via costeira, entrando na “Quinta Vergara”, lugar conhecido por seu Festival Internacional da Canção e, em seguida direto até Santiago. Terá feito um belo passeio em apenas um dia, exatamente como fizemos nessa nossa viagem!...&lt;br /&gt;Para finalizar, conforme prometido segue as dicas dos lugares para saborear o melhor da cozinha chilena e internacional na cidade - todos com excelente ‘Carta de Vinhos’!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adra&lt;/strong&gt;, El Alcalde 15, Hotel Ritz-Carlton, Las Condes, 4708500&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agua&lt;/strong&gt;, Nueva Costanera 3467, Vitacura, 3410843&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alfresco&lt;/strong&gt;, Las Condes 7542, Las Condes, 2118054&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Anakena&lt;/strong&gt;, Av. Kennedy 4601, Hotel Grand Hyatt, Las Condes, 9503177&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Astrid y Gastón&lt;/strong&gt;, Antonio Bellet 201, Providencia, 6509125&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Baobab&lt;/strong&gt;, Plaza El Mañío 1632, Vitacura, 9535409&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boragó&lt;/strong&gt;, Av. Vitacura 8369, Vitacura, 2248278&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brick&lt;/strong&gt;, Av. Vitacura 2610, Hotel Radisson, Vitacura, 2036000&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Da Carla&lt;/strong&gt;, Nueva Costanera 3673, Vitacura, 2065557&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;El Cid&lt;/strong&gt;, Av. Santa María 1742, Hotel Sheraton, Providencia, 2335000&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;El Otro Sitio&lt;/strong&gt;, La Dehesa 1445, Portal La Dehesa, Lo Barnechea, 2161732&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Emilio&lt;/strong&gt;, Escrivá de Balaguer 5970, 3556910&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Europeo&lt;/strong&gt;, Alonso de Córdova 2417, Vitacura, 2083603&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Latin Grill&lt;/strong&gt;, Av. Kennedy 5741, Hotel Marriot, Vitacura, 4262000&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Le Flaubert&lt;/strong&gt;, Orrego Luco 125, Providencia, 2319424&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Les Maîtres&lt;/strong&gt;, Américo Vespucio Sur 922, Las Condes, 2069098&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L’Etoile Lounge&lt;/strong&gt;, piso 21 Hotel San Cristobal Tower, Providencia, 7071000&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercat&lt;/strong&gt;, Nueva Costanera 4092, Vitacura, 7842840&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Opera&lt;/strong&gt;, Merced 395 , Santiago, 6643048&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Puerto Marisko&lt;/strong&gt;, Isidora Goyenechea 2918, 2332096&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Puerto Fuy&lt;/strong&gt;, Nueva Costanera 3969, Vitacura, 2088908&lt;br /&gt;... Mas para quem quiser experimentar o melhor de Pescados e Mariscos, eis o lugar mais indicado e super tradicional: &lt;strong&gt;El Galeón&lt;/strong&gt; - Mercado Central. Clássico local do Mercado Central, cuja especialidade são os Pescados y Mariscos. Entre seus pratos oferecidos estão: Cancato galeon, fetuccine con salsa el galeón, pulpo a la gallega, centolla entera, calamar relleno. (Endereço: San Pablo, 943 - Local 26, Mercado Central).&lt;br /&gt;Fora isso, o mais novo ‘point’ da gastronomia local chama-se: &lt;strong&gt;Borde Rio&lt;/strong&gt;, um “Plaza” onde só têm restaurantes (11, para ser exato!)... O “&lt;strong&gt;Due Torre&lt;/strong&gt;” é o must... Confira!!!&lt;br /&gt;Bons goles! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-4901101408200908100?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/4901101408200908100/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=4901101408200908100' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/4901101408200908100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/4901101408200908100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2010/04/minha-visita-ao-chile-durante-o.html' title='Minha visita ao Chile durante o Carnaval brasileiro de 2010!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-4928136910694715520</id><published>2010-04-07T21:16:00.004-04:00</published><updated>2010-04-07T21:32:38.632-04:00</updated><title type='text'>GLERA - A uva do Espumante “Prosecco” de Valdobbiadene!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Os italianos passam a chamar de "Glera" a cepa (uva) Prosecco e reservam o termo "Prosecco" para o nome de uma vasta região produtora demarcada.&lt;br /&gt;Em razão disso, esqueça quase tudo o que você aprendeu sobre o 'Prosecco' - o leve e gostoso espumante elaborado na região do Vêneto, no norte da Itália. Até agora, todos os livros e cursos sobre vinhos italianos ensinavam que "Prosecco" era tanto o nome do espumante quanto da uva usada exclusiva ou majoritariamente em sua elaboração.&lt;br /&gt;Desde o dia 01 de Agosto'2009, 'Prosecco' deixou de ser oficialmente o nome da cepa (uva) branca empregada neste espumante. A variedade, diz a nova legislação penisular que acaba de entrar em vigor, passou a se chamar "Glera", nome com o qual a uva era conhecida na vizinha região do Friuli-Venezia Giulia, perto da fronteira com a Eslovênia.&lt;br /&gt;As mudanças não param por aí... A região clássica, historicamente associada à produção do espumante, ao norte da cidade vêneta de Trevisa, entre as colinas de Conegliano e Valdobbiadene, foi promovida da condição de DOC (Denominazione di Origine Controllata), em que estava há exatos 40 anos, para a de DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Ao menos na letra fria da lei, as áreas que são DOCG deveriam produzir vinhos de maior qualidade do que uma DOC, embora essa definição seja realmente mais técnica do que prática. E tem mais!.. A vasta zona mais plana em que se produzia Prosecco dentro da categoria IGT (Indicazione Geográfica Típica), a que legalmente possui menos restrições e controles de qualidade, foi elevada à condição de DOC e estendida a ponto de incluir áreas do Friuli, distantes mais de 130 km da área vêneta historicamente associada ao Prosecco.&lt;br /&gt;O aumento da área produtiva veio, obviamente, corrigir uma omissão do passado: os italianos agora nos ensinam que a uva Prosecco (ou seja, a Glera) é, na verdade, originária de uma localidade friulana, distante 10 km do centro da cidade de Trieste, chamamada Prosecco.&lt;br /&gt;O novo cenário, bastante artificial, está criado e seu objetivo é claro: proibir o uso da palavra "Prosecco" nos rótulos de espumantes elaborados fora das zonas delimitadas de produção no Vêneto e no Friuli. Como era nome de uma uva, o termo Prosecco podia ser utilizado por produtores de qualquer parte do mundo no rótulo de espumantes feitos com essa variedade. Agora, numa canetada, Prosecco deixou de ser legalmente uma cepa vinífera e ganhou a condição de DOCG e de DOC, ou seja, Prosecco virou oficialmente a designação de uma denominacão de origem, de uma região produtora demarcada, um conceito protegido pela legislação europeia. Em suma, a estratégia é a mesma utilizada no início do século passado pelos franceses para garantir o uso exclusivo do nome "Champagne" nos espumantes produzidos na região das cidades de Reims e Épernay. A única diferença, nada desprezível, é que a palavra "Champagne" sempre foi usada no passado (e no presente!) para evocar uma região, enquanto o vocábulo "Prosecco", consagrado como nome de uva, nunca foi empregado para evocar uma zona de produção.&lt;br /&gt;Enfim, a nova regra (legal) está efetivada e será posta em prática imediatamente...&lt;br /&gt;Eu, como sempre fiz, continuarei tomando meus “Prosecco de Valdobbiadene DOC CREDE” da Azienda Agrícola Bisol Desiderio &amp;amp; Figli ( www.bisol.it ), um dos mais respeitados produtores da região onde a uva Prosecco (agora Glera) sempre foi vicejante e fez o mundo conhecer esse saboroso espumante!&lt;br /&gt;Bons goles!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-4928136910694715520?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/4928136910694715520/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=4928136910694715520' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/4928136910694715520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/4928136910694715520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2010/04/glera-uva-do-espumante-prosecco-de.html' title='GLERA - A uva do Espumante “Prosecco” de Valdobbiadene!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-2017372428382600804</id><published>2008-11-16T19:52:00.003-04:00</published><updated>2008-11-16T20:16:58.871-04:00</updated><title type='text'>Outono Europeu’2008 - Viagem à Itália e França!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em outubro passado, na companhia da minha mulher e um casal de amigos queridos, estive visitando a &lt;strong&gt;Inglaterra&lt;/strong&gt; (Londres), a &lt;strong&gt;Holanda &lt;/strong&gt;(Amsterdam e arredores), a &lt;strong&gt;Itália&lt;/strong&gt; (Lombardia, Toscana e Ligúria) e &lt;strong&gt;França&lt;/strong&gt; (Côte D’Azur, Provence, Côtes-du-Rhône, Bourgogne e Paris)... Detalhei o roteiro para que todos saibam do meu amor pelo vinho e suas regiões produtoras, já que ‘conhecer vinhos’ não é apenas saber definir rótulos, procedência e preços, como muitos ‘entendidos’ pensam e propagam!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Londres&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Amsterdam&lt;/strong&gt; foram incluídas no roteiro por duas razões: A primeira, para visitar um sobrinho que vive lá e ‘matar a saudade’ do lugar, pois também vivi em Londres durante três maravilhosos anos quando ainda jovem, estudando no Chelsea College (University of London), embora sempre tenha ido lá quando estou na Europa. A segunda, a pedido dos amigos que nos acompanharam - que queriam conhecer a capital do reino holandês e visitar alguns lugarejos do interior (&lt;em&gt;onde pudessem ver de perto moinhos de vento, visitar fazendas de produtores de queijos etc.&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;De &lt;strong&gt;Amsterdam&lt;/strong&gt; voamos direto para &lt;strong&gt;Milão&lt;/strong&gt; (Itália, região da Lombardia), a partir de onde passamos a fazer o roteiro com uma VAN Renault. Ainda em Milão, fomos a &lt;strong&gt;COMO&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;BELLAGIO&lt;/strong&gt;, fazendo um passeio de barco pelo &lt;strong&gt;Lago de Como&lt;/strong&gt; durante um dia todo, deliciando-nos com as paisagens pitorescas à beira do famoso lago e degustando vinhos do mais respeitado produtor da região: &lt;strong&gt;Cà del Bosco&lt;/strong&gt;/&lt;strong&gt;Franciacorta&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Partindo de &lt;strong&gt;Milão&lt;/strong&gt;, fomos direto para &lt;strong&gt;Bologna&lt;/strong&gt; (onde está a mais antiga Universidade Italiana, construída no século 11), passando por &lt;strong&gt;Parma&lt;/strong&gt; (dos festejados queijos e embutidos) e &lt;strong&gt;Modena&lt;/strong&gt; (dos vinagres Balsâmicos). De lá direto para &lt;strong&gt;Firenze&lt;/strong&gt; (das artes, banhada pelo rio Arno). A próxima parada foi &lt;strong&gt;Siena&lt;/strong&gt; (a segunda cidade mais importante da Toscana - e foi a principal entre os séculos 13 e 16, quando a peste a atingiu e Firenze ganhou poderio). Palco do &lt;strong&gt;Palio&lt;/strong&gt;, maior festa da Toscana e uma das mais tradicionais de toda a Itália, &lt;strong&gt;Siena &lt;/strong&gt;é tradicional e extremamente bem preservada - parece que quase nada mudou, pelo menos nas fachadas, nos últimos 800 anos! Cercada pelo &lt;strong&gt;Vale de Chianti&lt;/strong&gt;, onde é produzido o famosíssimo vinho e também excelentes azeites, &lt;strong&gt;Siena &lt;/strong&gt;é um ótimo centro gastronômico.&lt;br /&gt;Entre as duas maiores cidades da região da &lt;strong&gt;Toscana&lt;/strong&gt;, levei meus amigos para conhecer pequenas pérolas: &lt;strong&gt;Monteriggioni&lt;/strong&gt; - minúscula, parece um cenário de filme. &lt;strong&gt;San Gimignano&lt;/strong&gt; - cidade também pra lá de especial, construída sobre um monte, conta com uma série de torres construídas entre os séculos 11 e 13, verdadeiros arranha-céus da Idade Média. Aqui se produz um outro tipo de vinho típico da região, o &lt;strong&gt;Vernaccia di San Gimignano&lt;/strong&gt;. Em seguida, ao sul de &lt;strong&gt;Siena&lt;/strong&gt;, fomos a &lt;strong&gt;Montalcino&lt;/strong&gt;, terra do famosíssimo vinho &lt;strong&gt;Brunello di Montalcino&lt;/strong&gt;, onde saboreamos um ‘&lt;strong&gt;BIONDI SANTI&lt;/strong&gt;’ e um ‘&lt;strong&gt;VAL DI SUGA - ANGELINI&lt;/strong&gt;’ na ‘fonte’, este elaborado por &lt;strong&gt;TENIMENTI ANGELINI&lt;/strong&gt; - tão especial quanto o primeiro, mas ainda pouco conhecido no Brasil - do qual trouxe uma garrafa da sua ótima safra de 1999, além de outros lá degustados.&lt;br /&gt;Saindo da região da &lt;strong&gt;Toscana&lt;/strong&gt; entramos na &lt;strong&gt;Ligúria&lt;/strong&gt; e fomos direto à &lt;strong&gt;Savona&lt;/strong&gt;, já quase na Riviera Italiana, e de lá até o &lt;strong&gt;Principado de Mônaco&lt;/strong&gt; e depois &lt;strong&gt;Nice&lt;/strong&gt;, na &lt;strong&gt;Côte D’Azur&lt;/strong&gt; (França), de onde também fui mostrar outros lugares que encantaram nossos amigos acompanhantes: &lt;strong&gt;Cap d’Antibes&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Saint Raphael&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Fréjus&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Cannes&lt;/strong&gt; (que é o epicentro do glamour!) e a medieval &lt;strong&gt;Saint Paul de Vence&lt;/strong&gt; - que conquista os turistas com seus castelos, artistas, museus, bons perfumes e restaurantes. (&lt;em&gt;Para quem não sabe que ela existe, seria apenas mais uma muralha medieval se não escondesse uma das mais charmosas ‘villages’ da região! Ladeiras e vielas parecem se multiplicar nos caminhos de Saint-Paul-de-Vence, que fica a 18 km de Nice e 26 de Cannes&lt;/em&gt;). Bom lembrar que, enquanto na &lt;strong&gt;Côte D’Azur&lt;/strong&gt;, em nossos jantares só degustamos vinhos produzidos na região da &lt;strong&gt;Provence&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;rosés do Château de Vanniéres&lt;/em&gt;) e &lt;strong&gt;Bandol&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;os famosos Banyuls, de Michel Chapoutier&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;Deixando a &lt;strong&gt;Côte D’Azur&lt;/strong&gt;, entramos na região da &lt;strong&gt;Provence&lt;/strong&gt; e da &lt;strong&gt;Côtes-du-Rhône&lt;/strong&gt;, seguindo até &lt;strong&gt;Avignon&lt;/strong&gt;, cidade medieval e palco de grande parte da história da França. É a cidade natal do pintor &lt;strong&gt;Paul Cézanne&lt;/strong&gt;, e onde também está o &lt;strong&gt;Palácio dos Papas&lt;/strong&gt;, que serviu de residência dos papas fugidos da guerra civil que atingia Roma, no século 14. O prédio tem 50 mil metros quadrados de área, praticamente pelado em razão de um grande incêndio no ano de 1.413. É também nos arredores de &lt;strong&gt;Avignon&lt;/strong&gt; que se produz o célebre vinho &lt;strong&gt;Châteauneuf-du-Pape&lt;/strong&gt;, elaborado com até 13 tipos de uvas diferentes, mas com predominância da &lt;strong&gt;grenache&lt;/strong&gt;, casta nobre da região. Um dos seus melhores produtores é o &lt;strong&gt;Château de La Gardine&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;quem quiser experimentá-lo aí em Manaus, minha amiga &lt;strong&gt;Janete Fernandes&lt;/strong&gt; tem ele na Adega do seu Palazzolo&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;A partir de &lt;strong&gt;Avignon&lt;/strong&gt; entramos na &lt;strong&gt;Bourgogne&lt;/strong&gt;, passando por &lt;strong&gt;Beaune&lt;/strong&gt; (a capital do vinho) e &lt;strong&gt;Dijon&lt;/strong&gt; (a capital da região, da mostarda e do cassis), seguindo direto para &lt;strong&gt;Villefranche-Sur-Saône&lt;/strong&gt; (capital do ‘Pays Beaujolais’ - Sul da Bourgogne). Aqui, para deleite dos nossos acompanhantes, fomos recepcionados pelos meus queridos amigos franceses &lt;strong&gt;Yvianne&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Pierre Defay&lt;/strong&gt; com um farto e delicioso ‘déjeuner’ (almoço) em sua residência - &lt;strong&gt;Château de Chénevert&lt;/strong&gt; - localizada no meio dos vinhedos de &lt;strong&gt;Gleizé&lt;/strong&gt; e ao redor dos ‘villages’ produtores do vinho mais consumido na França - Beaujolais! Eles ainda foram nossos cicerones em visita a vários vilarejos na região e nos despedimos jantando num renomado e histórico restaurante familiar de outros amigos da região.&lt;br /&gt;Deixando &lt;strong&gt;Villefranche-Sur-Saône&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;cidade localizada 34 km ao norte de Lyon&lt;/em&gt;), fomos direto à &lt;strong&gt;Paris&lt;/strong&gt;, onde permanecemos uma semana, encerrando nossas férias do Outono Europeu’2008 e retornando ao Brasil... Foi ótimo, pois a Europa continua linda e maravilhosa!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Nota&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Quem estiver interessado em ver alguns dos lugares visitados, é só pedir fotos por e-mail... Foi tudo devidamente registrado! &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;--------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-2017372428382600804?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/2017372428382600804/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=2017372428382600804' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/2017372428382600804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/2017372428382600804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2008/11/outono-europeu2008-viagem-itlia-e-frana.html' title='Outono Europeu’2008 - Viagem à Itália e França!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-6483477744056150699</id><published>2008-11-16T19:41:00.002-04:00</published><updated>2008-11-16T19:50:13.362-04:00</updated><title type='text'>Qual a melhor procedência dos bons vinhos?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Dia desses alguém me perguntou quais seriam as melhores procedências para se escolher um bom vinho, se &lt;strong&gt;Bordeaux&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Bourgogne&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Novo Mundo&lt;/strong&gt;... É mais ou menos como perguntar o que é melhor - morango, banana ou abacaxi; amarelo, azul, ou vermelho; loira ou morena; verão ou inverno etc.&lt;br /&gt;Em se tratando de vinhos, tanto a região de &lt;strong&gt;Bordeaux&lt;/strong&gt;, quanto a &lt;strong&gt;Bourgogne&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Novo Mundo&lt;/strong&gt; - e também inúmeras regiões de Portugal, Espanha, Itália e da própria França e outros países - produzem ótimos vinhos desde há muito tempo. De fato, escolher entre Bordeaux, Bourgogne e Novo Mundo (&lt;span style="color:#999999;"&gt;Austrália, Chile, Argentina, Brasil&lt;/span&gt;) é totalmente uma questão de gosto e preferência pessoal, além de ocasião e harmonização com a comida, obviamente!&lt;br /&gt;Os grandes vinhos de Bordeaux são elegantes, aristocráticos e ‘classudos’, mas bem mais encorpados e potentes do que os tintos da Bourgogne, que são mais marcados pela delicadeza, finesse e complexidade de aromas.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, falar em vinhos do Novo Mundo é muito genérico. Existem muitos estilos diferentes de vinhos no Novo Mundo, alguns dos quais inclusive se aproximam dos Bordeaux (mas quase nenhum dos Bourgognes, que são um tanto “únicos”). Normalmente, o que se entende pelo “típico estilo Novo Mundo” são vinhos encorpados e concentrados, exuberantes, cheios de fruta e com envelhecimento em carvalho, em um estilo expansivo e intenso, com menos acidez e mais doçura do que os vinhos tradicionais europeus. Enfim, é sempre uma questão de gosto pessoal, ocasião e acompanhamento, pois são estilos diferentes. No entanto, um dos grandes charmes do mundo do vinho é justamente esta enorme variedade de estilos, procedência e tipos de vinho. É claro que, dentro de certo estilo, e mesmo entre estilos, há diferentes níveis de qualidade. Mas entre regiões tão consagradas, é difícil afirmar categoricamente que uma determinada região produz vinhos melhores do que a outra. Podemos comparar vinhos específicos e dizer qual o preferido para uma determinada ocasião ou segundo nosso gosto pessoal... Mas daí a dizer que Bourgogne é melhor que Bordeaux, ou vice-versa, ou que o Novo Mundo é melhor ou pior que ambos, é fazer uma perigosa e difícil generalização. Por sorte existem tantos estilos e procedências para apreciarmos, sem ser preciso definir qual é o melhor. Todos podem ser muito bons, dependendo do produtor e do vinho...&lt;br /&gt;Em minha recente viagem à Europa, por exemplo, onde estive visitando regiões vinícolas na &lt;strong&gt;Itália&lt;/strong&gt; e na &lt;strong&gt;França&lt;/strong&gt; durante o mês de outubro’2008, descobri em &lt;strong&gt;Montalcino&lt;/strong&gt; (na Toscana, ao sul de Siena), vários “&lt;strong&gt;Brunelo de Montalcino&lt;/strong&gt;” de outros produtores tão bons quanto o mais famoso (e caro!) deles - &lt;strong&gt;Biondi Santi&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Um desses bons exemplos é o Brunelo de Montalcino “&lt;strong&gt;VAL DI SUGA - ANGELINI&lt;/strong&gt;”, elaborado por &lt;strong&gt;TENIMENTI ANGELINI &lt;/strong&gt;S.p.A., do qual trouxe uma garrafa da sua ótima safra de 1999, além de outros lá degustados. Do mesmo modo ocorreu no sul da Bourgogne, em torno da cidade de Macôn, onde são produzidos os famosos brancos “maconnais”, dos quais também degustei vinhos maravilhosos de produtores pouco conhecidos entre nós.&lt;br /&gt;(&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Nota&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: O “&lt;strong&gt;Val di Suga - Angelini&lt;/strong&gt;” que eu trouxe de Montalcino, foi degustado com meu amigo &lt;strong&gt;Ronaldo Grapíglia&lt;/strong&gt; (GG do Novotel Manaus), no “&lt;strong&gt;Caverna Bugre&lt;/strong&gt;”, restaurante dos amigos &lt;strong&gt;Miguel &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Eduardo Politshuk&lt;/strong&gt; - devidamente harmonizado com o delicioso e famoso “&lt;strong&gt;Filé Alpino&lt;/strong&gt;”, o prato carro-chefe da casa - existente desde 1950 no mesmo endereço paulistano).&lt;br /&gt;Enfim, como citado anteriormente, por sorte existem tantos estilos e procedências para apreciarmos, sem ser preciso definir qual é o melhor. Todos podem ser muito bons, dependendo do produtor e do vinho...&lt;br /&gt;Por isso é que precisamos aprender a apreciar vinhos e não rótulos, deixando de lado o preconceito de que apenas os excessivamente caros são os melhores!&lt;br /&gt;Bons goles! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;-----------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-6483477744056150699?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/6483477744056150699/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=6483477744056150699' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/6483477744056150699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/6483477744056150699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2008/11/qual-melhor-procedncia-dos-bons-vinhos.html' title='Qual a melhor procedência dos bons vinhos?'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-7364124905478894638</id><published>2008-05-15T15:46:00.014-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:05.705-04:00</updated><title type='text'>As cepas vitiviníferas gregas têm nomes e sabores diferentes de tudo que se conhece!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Os críticos internacionais garantem que os principais produtores gregos são capazes de fazer vinhos de alta classe com cepas de origem francesa, sejam elas tintas (Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah) ou brancas (Chardonnay, Viognier, Sauvignon Blanc). Mas o grande diferencial da vitivinicultura na Grécia são suas uvas autóctones, algumas cultivadas desde a Antiguidade. Estima-se que o número de variedades locais chegue a 300, talvez até 500. São nomes pouco conhecidos fora da Grécia, como as brancas &lt;span style="color:#000099;"&gt;Asyrtiko&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#000099;"&gt;Moschofilero&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#000099;"&gt;Roditis&lt;/span&gt; e &lt;span style="color:#000099;"&gt;Malagousia&lt;/span&gt;, e as tintas &lt;span style="color:#660000;"&gt;Agiorghitiko&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#660000;"&gt;Xinomavro&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#660000;"&gt;Mandelaria&lt;/span&gt; e &lt;span style="color:#660000;"&gt;Mavrodaphne&lt;/span&gt;. Na passagem do grego para o alfabeto ocidental, a grafia das cepas pode apresentar variações um pouco maiores do que a dualidade Syrah/Shiraz. Dependendo da fonte consultada, a tinta &lt;span style="color:#660000;"&gt;Agiorghitiko&lt;/span&gt;, por exemplo, pode ser escrita &lt;span style="color:#660000;"&gt;Aghiorghitiko &lt;/span&gt;ou &lt;span style="color:#660000;"&gt;Agiorgitiko&lt;/span&gt;, entre outras variações. É bom o consumidor ir se acostumando com essas particularidades. Abaixo um breve perfil das principais uvas gregas: &lt;span style="color:#000099;"&gt;Asyrtiko &lt;/span&gt;- Apontada como a grande uva branca grega, talvez a melhor de todas as cepas autóctones, alguns especialistas costumam compará-la à francesa &lt;span style="color:#006600;"&gt;Chenin Blanc&lt;/span&gt;, do Vale do Loire. As melhores versões dos vinhos secos feitos com essa variedade, bastante resistente a doenças e de boa adaptação a diversos climas, podem lembrar os longevos vinhos da denominação francesa de &lt;span style="color:#006600;"&gt;Savennières&lt;/span&gt;, no Vale do Loire. Originária ou introduzida há cerca de 400 anos na vulcânica ilha de Santorini, no mar Egeu, sul da Grécia, a &lt;span style="color:#000099;"&gt;Asyrtiko&lt;/span&gt; espalhou-se por outras partes do país, sobretudo o norte. Uma de suas principais características é ser capaz de amadurecer mesmo em climas quentes sem perder a acidez. Dá vinhos perfumados, austeros, com toques cítricos, minerais e defumados. Pode passar ou não pelo carvalho durante seu processo de elaboração. No entanto, não é fácil de ser vinificada e, nas mãos de um produtor pouco habilidoso, pode oxidar. Alguns produtores misturam-na com outra cepa grega branca, a &lt;span style="color:#000099;"&gt;Malagousia&lt;/span&gt;, que foi salva da extinção graças ao trabalho de resgate feito por &lt;span style="color:#663300;"&gt;Evanghelos Gerovassiliou&lt;/span&gt;, da &lt;span style="color:#330000;"&gt;vinícola Gerovassiliou&lt;/span&gt;. A &lt;span style="color:#000099;"&gt;Asyrtiko &lt;/span&gt;pode ser usada também para fazer um vinho doce, um “Vin Santo” grego, no qual as uvas são desidratadas ao Sol e geralmente misturadas com um pouco das brancas &lt;span style="color:#000066;"&gt;Aidani &lt;/span&gt;e &lt;span style="color:#000066;"&gt;Athiri&lt;/span&gt;. &lt;span style="color:#000099;"&gt;Moschofilero&lt;/span&gt; - Originária da parte central do Peloponneso, sul da Grécia, uma zona fresca situada à cerca de 650 metros acima do nível do mar, é uma cepa branca aromática de boa acidez que pode produzir vinhos dos mais diversos estilos: leves, secos e frutados; rosés secos ou meio-secos com perfume de rosas; ou até espumantes. Na verdade, não se trata realmente de uma uva branca, mas sim de uma blanc de gris, ou seja, uma variedade que tem a casca entre o rosa e o cinza. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/SCyVnzDjwnI/AAAAAAAAAD8/Ir8jlIz_Nno/s1600-h/Uva+Asyrtiko.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200696180658651762" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/SCyVnzDjwnI/AAAAAAAAAD8/Ir8jlIz_Nno/s200/Uva+Asyrtiko.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200696657400021634" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/SCyWDjDjwoI/AAAAAAAAAEE/7DpB6zzAleY/s200/Emery+Red+-+100%25+Amorgiano.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-------------&lt;/span&gt; Uva Asyrtiko &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;----------------- &lt;/span&gt;Mythiko White - 100% Athiri&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/SCyWnzDjwpI/AAAAAAAAAEM/cJgRDLWl8O4/s1600-h/Mythiko+White+-+100%25+Athiri.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200697280170279570" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/SCyWnzDjwpI/AAAAAAAAAEM/cJgRDLWl8O4/s200/Mythiko+White+-+100%25+Athiri.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;Emery Red - 100% &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Amorgiano&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;A denominação de origem &lt;span style="color:#993300;"&gt;Mantinia&lt;/span&gt;, no &lt;span style="color:#993300;"&gt;Peloponneso&lt;/span&gt;, é tida como uma das principais fontes de bons rótulos dessa uva. Seus vinhos não costumam ter teor alcoólico dos mais altos, raramente chegam a 12°GL. Como a italiana &lt;span style="color:#660000;"&gt;Vespaiolo&lt;/span&gt;, o nome &lt;span style="color:#660000;"&gt;Moschofilero&lt;/span&gt; deriva da presença de muitos insetos em torno da uva quando esta se encontra madura.&lt;span style="color:#660000;"&gt;Agiorghitiko&lt;/span&gt; - Disputa com a &lt;span style="color:#660000;"&gt;Xinomavro&lt;/span&gt; o título de melhor tinta local. Os enófilos da região também a chamam de St George. Tem taninos macios, boa fruta e dá vinhos de cor escura dos mais variados estilos: desde os leves e descompromissados (inclusive rosés) até os mais estruturados e capazes de encarar um carvalho e envelhecer por anos. Por suas características, sobretudo a elegância, costuma ser comparada a Merlot. Os tintos da região de &lt;span style="color:#660000;"&gt;Neméia&lt;/span&gt;, no Peloponneso, uma das maiores denominações gregas, são feitos com a &lt;span style="color:#660000;"&gt;Agiorghitiko&lt;/span&gt;. &lt;span style="color:#660000;"&gt;Xinomavro&lt;/span&gt; - Encontrada na parte central da &lt;span style="color:#660000;"&gt;Macedônia&lt;/span&gt;, norte da Grécia, sobretudo nas localidades de &lt;span style="color:#660000;"&gt;Naoussa&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#660000;"&gt;Goumenissa&lt;/span&gt; e &lt;span style="color:#660000;"&gt;Amyndeo&lt;/span&gt;, é uma cepa de difícil cultivo, caprichosa, que dá bons vinhos apenas em certas regiões e em anos quando seu amadurecimento se dá por completo na videira. Seu nome quer dizer “preto ácido”, uma referência à bebida austera de cor escura, grande acidez e taninos por vezes adstringentes que a variedade produz. Segundo os especialistas, os melhores vinhos dessa uva podem envelhecer por anos. Há quem compare a &lt;span style="color:#660000;"&gt;Xinomavro&lt;/span&gt; à italiana &lt;span style="color:#660000;"&gt;Nebbiolo&lt;/span&gt;, a uva da qual se elabora o famoso Barolo, ou à portuguesa Baga, da região da Bairrada, também responsável por grandes e belos vinhos. A cepa é usada mais para a produção de ‘varietais’, embora às vezes surja também em ‘blends’ com outras uvas.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;(&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Fotos: Uva Assyrtiko - Talvez a principal cepa grega, e Rótulos da Enotéca Emery, de Rhodes&lt;/span&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt;---------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-7364124905478894638?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/7364124905478894638/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=7364124905478894638' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/7364124905478894638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/7364124905478894638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2008/05/as-cepas-vitivinferas-gregas-tm-nomes-e.html' title='As cepas vitiviníferas gregas têm nomes e sabores diferentes de tudo que se conhece!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/SCyVnzDjwnI/AAAAAAAAAD8/Ir8jlIz_Nno/s72-c/Uva+Asyrtiko.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-5023098390378750832</id><published>2008-03-08T20:11:00.003-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:05.878-04:00</updated><title type='text'>A uva branca Torrontés!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R9MtuWQQ8VI/AAAAAAAAADc/yn_qZ7hBOUk/s1600-h/Vinho+Branco.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175530671049863506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R9MtuWQQ8VI/AAAAAAAAADc/yn_qZ7hBOUk/s200/Vinho+Branco.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Dia desses fiz uma matéria sobre vinhos brancos, publicada neste meu website e no Portal &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amazonview.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;www.amazonview.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; (da revista “AmazonView”), no qual tenho uma página denominada “Mundo dos Vinhos”, onde escrevo sobre a bebida no começo de cada quinzena. Na aludida matéria, intitulada “&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O vinho branco de todas as estações do ano!&lt;/span&gt;”, procurei incentivar aqueles que ainda relutam em apreciar adequadamente esse tipo de vinho, os quais, a exemplo dos bons Espumantes, são ideais para o clima da nossa região e para o restante do território brasileiro durante o verão. Tem muita gente que ainda acha que apenas os tintos são vinhos realmente ideais para se beber. Ledo engano... Quem não aprecia vinhos brancos não conhece nada sobre essa medieval e saudável bebida!&lt;br /&gt;Na referida matéria, voltada mais para os bons vinhos brancos alemães, citei também aqueles produzidos na Serra Gaúcha (Vale dos Vinhedos), principalmente os nossos excelentes Espumantes. Um dos leitores dessa minha página, aproveitando a dica, pediu que eu falasse sobre a uva Torrontés, ainda bastante desconhecida entre nós, mas que produz vinhos brancos charmosos, frutados e florais em terras argentinas.&lt;br /&gt;Pois bem, vamos falar e conhecer um pouco dessa casta que, ao contrário do que muitos afirmam, não é originária da Galícia (Espanha), mas sim resultado do cruzamento da casta “Criolla Chica” com a “Moscatel de Alejandria”, sendo, portanto, uma uva autóctone, ou seja, originária da Argentina.&lt;br /&gt;O adjetivo "terrantês", em desuso no português atual, significa "originário de certa terra ou povoado". Por exemplo: Queijo terrantês, vinho terrantês, jarro terrantês... Na Península Ibérica essa palavra denomina também uma variedade de uva branca, tendo sido adotadas diversas grafias para seu nome, conforme o dialeto local. Na Galícia, por exemplo, essa casta tem presença em Ribeiro de Avia, onde ela é a Tarrantés.&lt;br /&gt;Denomina-se Terrantês no Condado de Salvaterra e tem o nome reconhecido internacionalmente de Torrantés em Montealegre.&lt;br /&gt;Portugal adotou a grafia Terrantez e com esse nome ela aparece no nordeste do país (em Trás-os-Montes), na Região Central (no Ribatejo) e no arquipélago dos Açores, particularmente na Ilha da Graciosa, onde origina um dos vinhos brancos da Cooperativa de Santa Cruz. Consta que, no passado, ela tenha sido cultivada na Ilha da Madeira. Trata-se de uma uva branca transparente, de bagos pequenos com casca fina e delicada. Dela se elabora um vinho seco, claro, muito aromático, frutado, com graduação alcoólica entre 11 e 12,5 graus e que se pode conservar por algum tempo.&lt;br /&gt;O renome atual da &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Torrontés&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; vem de sua surpreendente aclimatação nas províncias argentinas de Salta (Valle Cafayate) e La Rioja, (Valle de Chilecito) em altitudes acima de 1000 metros, aonde chegou trazida da Espanha, &lt;em&gt;embora restando provado que se trata de uma uva originaria da própria Argentina, consoante recente pesquisa de DNA desenvolvida pela &lt;strong&gt;University of Califórnia-Davis&lt;/strong&gt;, que definiu a sua origem exata&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;A Torrontés é a variedade de uva branca mais distintiva da Argentina. Produz um vinho branco frutado e elegante, com refrescante acidez. Um grande atrativo para os jovens apreciadores de vinho branco, justamente pelo seu caráter frutado e floral.&lt;br /&gt;O vinho da Torrontés é hoje considerado o mais típico entre os brancos argentinos. Que o digam a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Bodega La Rosa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, de Michel Torino, a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bodega Etchart&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de Arnaldo Etchart e Pernod Ricard, e a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bodega Família Zuccardi&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, onde essa casta é também usada no vinho branco doce &lt;em&gt;“Santa Júlia Torrontés Tardio”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Eu, particularmente, gosto muito dos vinhos elaborados com essa casta, principalmente o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;“Torrontés Etchart Privado“&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, da Bodega Etchart e o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;“Colomé Estate Torrontés”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, da Bodega Finca Colomé... São ótimos e de preços bem acessíveis!... Bons goles!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;-----------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-5023098390378750832?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/5023098390378750832/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=5023098390378750832' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/5023098390378750832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/5023098390378750832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2008/03/uva-branca-torronts.html' title='A uva branca Torrontés!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R9MtuWQQ8VI/AAAAAAAAADc/yn_qZ7hBOUk/s72-c/Vinho+Branco.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-4935711137882367153</id><published>2008-02-18T13:24:00.008-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:07.578-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168375019870653330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R7nBsoVki5I/AAAAAAAAAC8/ar97mgWx1c8/s200/Bourgogne+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Bourgogne&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, lugar de vinhos maravilhosos, elegantes, complexos e únicos! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não sem razão, é a região onde mais gosto de estar quando vou a França, a última delas durante um bom período em 2007.&lt;br /&gt;Com sua personalidade diferente e cheia de classe, os Bourgognes podem ser considerados uma espécie de “pós-graduação” para os apreciadores de grandes vinhos. Seus tintos e brancos são cheios de sutilezas e nuances inimitáveis! O sistema de denominações é realmente bastante complexo, em virtude do terroir privilegiado, e pode ser difícil se encontrar entre tantos nomes diferentes. Desculpem-me os leigos, mas descobrir os vinhos da Bourgogne é uma das melhores e mais gratificantes aventuras possíveis a um apreciador de bons vinhos, mas tome cuidado! Uma vez que você se apaixone pela Bourgogne, não há mais volta... E como as recompensas são muitas, não é nada difícil se apaixonar! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;O que se pode esperar de um Bourgogne?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A marca registrada dos melhores Bourgognes tintos é sua incomparável classe, elegância e complexidade. São vinhos de conhecedores, cheios de sutilezas e sempre com grande finesse. Eles são elaborados com a casta Pinot Noir e expressam maravilhosamente o privilegiado terroir da Bourgogne - região onde vinhos de vinhedos a poucos metros de distância podem ter personalidades muito diferentes. Em geral, os bons Bourgognes apresentam riqueza e complexidade impressionante no aroma, que evolui bastante com o tempo. Na boca, são finos, macios e elegantes, bem proporcionados, mais delicados do que os tintos de Bordeaux ou do Novo Mundo. São vinhos únicos e insubstituíveis, sem paralelos ao redor do mundo, e que realmente vale a pena conhecer. Ao degustar um Bourgogne, busque mais por elegância, sutileza e complexidade do que por potência e concentração.&lt;br /&gt;Os Bourgognes brancos, por sua vez, são simplesmente fantásticos. Para muitos, são os melhores do mundo. A uva Chardonnay atinge na região seu ponto máximo em elegância, complexidade e longevidade. Mesmo os Bourgognes mais simples, tanto tintos quanto brancos, podem ser muito charmosos e interessantes, de bastante personalidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Sistema de denominações da Bourgogne - O conceito do "Terroir"!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Na Bourgogne, o sistema de denominações é amplamente baseado no conceito de “terroir”. Elas se dividem em denominações Regionais, Distritais, Comunais, Premiers Crus e Grands Crus. As Regionais se referem a vinhos de uvas produzidas em todo o território da Bourgogne, a exemplo dos Bourgogne rouge e Bourgogne blanc, que trazem apenas o termo “Bourgogne” no rótulo. As Distritais se referem a vinhos de subdistritos definidos, como Chablis, Côte de Beaune, Mâcon etc. Em geral, eles levam no rótulo o nome do subdistrito em questão.&lt;br /&gt;As Comunais se referem a vinhos de comunas ou vilas específicas, como Gevrey-Chambertin, Morey-Saint-Denis, Meursault, Vosne-Romanée etc. Eles levam no rótulo o nome da comuna em que são produzidos. Muitas vezes o vinhedo é mencionado no rótulo. As denominações Premiers Crus se referem a alguns locais - ou “climats”, como os franceses às vezes os chamam - que, por sua grande qualidade, foram classificados como “Premiers Crus”. Neste caso, o nome do vinhedo também aparece no rótulo, juntamente com o nome da comuna e do termo “Premier Cru”. É o caso, por exemplo, do “Nuits Saint Georges Clos de la Marechale Premier Cru”. As denominações Grands Crus são reservadas a alguns vinhedos excepcionais, de grande reputação. É a mais alta categoria no sistema de classificação da Bourgogne. No rótulo, levam o nome do vinhedo e o termo “Grand Cru”. Alguns exemplos: Clos de Vougeot, Mazis Chambertin, Charmes Chambertin, Corton Charlemagne etc. Quanto mais se sobe neste sistema de classificação, mais o local definido no rótulo vai ficando específico e - espera-se - maior é a qualidade dos vinhos. É óbvio que, mesmo dentre as diversas denominações, existem produtores muito melhores que outros. Na Bourgogne isto é especialmente importante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R7nDJYVki6I/AAAAAAAAADE/w4t3dMa_jXE/s1600-h/Bourgogne+2.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168376613303520162" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R7nDJYVki6I/AAAAAAAAADE/w4t3dMa_jXE/s200/Bourgogne+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R7nDaoVki7I/AAAAAAAAADM/LsnuK-OViLM/s1600-h/Bourgogne+3.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168376909656263602" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R7nDaoVki7I/AAAAAAAAADM/LsnuK-OViLM/s200/Bourgogne+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R7nDn4Vki8I/AAAAAAAAADU/V4b-rOOfZwg/s1600-h/Bourgogne+4.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168377137289530306" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" height="148" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R7nDn4Vki8I/AAAAAAAAADU/V4b-rOOfZwg/s200/Bourgogne+4.jpg" width="238" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;As regiões da Bourgogne&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;CHABLIS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os vinhos de Chablis estão entre os melhores e mais famosos brancos do mundo! Como todos os bons Bourgogne brancos, eles são elaborados com a uva Chardonnay. No entanto, trata-se de vinhos únicos, de grande personalidade, que não encontram paralelo em nenhuma outra região do mundo, nem mesmo nas outras áreas da própria Bourgogne. Isto se explica pelo clima bastante frio e pelo terroir da região, que lhe conferem um toque bastante austero e mineral, com uma acidez marcante, em contraponto à riqueza e untuosidade dos grandes brancos da Côte d’Or, mais ao sul. Chablis é o vinhedo mais setentrional da Bourgogne. Enquanto os Chablis de apelações comunais (aqueles que só trazem o nome Chablis no rótulo, sem mencionar o vinhedo) já podem ser muito bons, se forem de bons produtores, os Premiers Crus e Grands Crus estão entre os melhores brancos da França. São vinhos de grande longevidade, que às vezes levam 10 anos ou 15 anos para atingir seu apogeu. Alguns dos melhores Grands Crus vêm dos vinhedos de Vaudésir e Le Clos, enquanto muitos Premiers Crus também são excelentes (experimente o Chablis Montmains Premier Cru, do Joseph Drouhin, por exemplo!). Os Chablis mais simples de bons produtores podem ser ótimos. O Chablis normal do Drouhin já é uma delícia, uma combinação perfeita para ostras, mariscos e frutos do mar!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CÔTE D’OR&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Côte d’Or é o coração da Bourgogne, de onde saem a maioria dos mais reputados e melhores vinhos da região. Ela está dividida em Côtes de Nuits - mais ao norte, ao redor da cidade de Nuits-St-Georges (ao sul de Dijon) - e Côtes de Beaune - mais a sul, ao redor da cidade de Beaune. Uma das mais prestigiosas regiões de vinhos do mundo, a Côte d’Or produz vinhos tintos e brancos maravilhosos, entre os melhores que existem, e cada um com sua personalidade própria. Explorar toda a riqueza e complexidade deste verdadeiro “mosaico bourguignon” talvez seja uma das maiores e mais deliciosas aventuras para o apreciador de vinhos!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CÔTE DE NUITS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;De maneira geral, as Côtes de Nuits são mais reputadas por seus grandes tintos, incluindo diversos famosos Premier Cru e Grand Cru. Entre as denominações mais reputadas estão a própria Nuits-St-Georges, Vosne-Romanée, Chambolle-Musigny, Vougeot, Morey-St-Denis e Gevrey-Chambertin, além de Grands Crus como Clos de Vougeot, Musigny, Chambertin, Échezeaux e muitos outros de grande prestigio. As principais comunas são: Fixin, Gevrey-Chambertin, Morey-St-Denis, Chambolle-Musigny, Vougeot, Vosne-Romanée e Nuits-St-Georges. Com a exceção de Corton, que fica na Côte de Beaune, todos os Grand Crus tintos estão na Côte de Nuits.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CÔTE DE BEAUNE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Côtes de Beaune, po sua vez, são reputadas por seus grandes brancos, como os famosos Puligny-Montrachet, Meursault, Chassagne-Montrachet, Aloxe Corton, assim como os Grands Crus de Montrachet, os Corton Charlemagne e outros. Todos os Grand Crus brancos da Bourgogne, com exceção do Musigny, estão na Côte de Beaune. Também há vinhos tintos excelentes na Côtes de Beaune, como os Pommard, Volnay, Aloxe-Corton, e especialmente o fabuloso Grand Cru Corton - em geral mais delicados do que os da Côte de Nuits, e sempre muito perfumados e elegantes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CÔTE CHALONNAISE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Côte Chalonnaise produz alguns vinhos muito saborosos, mais acessíveis do que os grandes vinhos da Côte d’Or, mas que podem ser verdadeiros achados. É o caso dos Mercurey, a mais reputada denominação desta sub-região, com seus tintos ricos e saborosos, com toda a personalidade da Pinot Noir, a exemplo do Mercurey Croix Jacquelet. Outras denominações de importância são Rully, Givry e Montagny. A Côte Chalonnaise está ao sul da Côte d’Or e a norte do Mâconnais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MÂCONNAIS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ao sul da Côte Chalonnaise e a norte de Beaujolais está a região do Mâconnais, que circunda a cidade de Mâcon e produz alguns bons tintos e, principalmente, brancos da Bourgogne. São vinhos com pretensões mais humildes do que os grandes da Côte d’Or, obviamente, mas também podem ser ótimos achados, de excelente relação qualidade/preço e bastante personalidade. Entre os brancos, os mais reputados são St-Véran, Mâcon-Villages, Mâcon-Supérieur e o famoso Poully-Fuissé.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BEAUJOLAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao sul da Bourgogne, Beuajolais produz alguns tintos bastante saborosos, de leveza e frescor, perfeitos para acompanhar frios e salsichão, por exemplo. Os melhores são os das comunas de Moulin à Vent, Fleurie e Saint Amour. Os Beaujolais-Villages são elaborados apenas com uvas de comunas classificadas como de melhor qualidade, e costumam ser melhores do que os apenas classificados como “Beaujolais”. Alguns produtores, como Joseph Drouhin e Gerard Gelin (Domaine des Nugues) fazem Beaujolais de ótima qualidade, que nada têm a ver com os piores e mais comerciais exemplares da denominação, que costumavam chegar ao Brasil, principalmente como “Beaujolais Nouveau”.&lt;br /&gt;Mesmo os “Beaujolais Nouveau” podem ser bastante bons e agradáveis, quando elaborados por um bom produtor. Os Beaujolais em geral são vinhos com um estilo alegre e descompromissado, que podem agradar bastante e continuam a ser um dos mais consumidos e apreciados na França para ocasiões informais ou acompanhando petiscos diversos. São tintos bastante gostosos, que não merecem o preconceito criado no Brasil pelos piores Beaujolais Nouveau que aqui chegavam tempos atrás. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Bons goles!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;-------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-4935711137882367153?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/4935711137882367153/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=4935711137882367153' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/4935711137882367153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/4935711137882367153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2008/02/bourgogne-lugar-de-vinhos-maravilhosos.html' title=''/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R7nBsoVki5I/AAAAAAAAAC8/ar97mgWx1c8/s72-c/Bourgogne+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-5476542152088946769</id><published>2008-02-01T17:06:00.000-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:09.167-04:00</updated><title type='text'>Vale dos Vinhedos - Rio Grande do Sul, Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O &lt;strong&gt;Vale dos Vinhedos&lt;/strong&gt; está situado na Serra Gaúcha e compreende os municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. Das 24 empresas que formam a &lt;strong&gt;Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos - APROVALE&lt;/strong&gt;, 18 produzem vinhos finos. Essas vinícolas produzem, em média, 10,5 milhões de quilos de uvas viníferas por ano. O Vale dos Vinhedos foi a primeira região vinícola brasileira com Indicação de Procedência (IP). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;A Indicação de Procedência “Vale dos Vinhedos”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em outubro de 2002 comemorou-se a oficialização pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) da primeira Indicação de Procedência (IP) para vinhos brasileiros. O pedido de reconhecimento geográfico, encaminhado ao INPI em 1997, foi aprovado em 2002, e finalmente, no inicio de 2007, reconhecido pela União Européia, para vinhos provenientes da região de 81 quilômetros quadrados situada entre os municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;Foi o Gran Duque Cosimo III, da mítica família Médici de Firenze, o responsável pelo ato que marcou a primeira delimitação geográfica de uma área vinícola. A região do Chianti, na Toscana - Itália, teve assim seus limites fixados em 1716. Uma outra região reivindica o título de primeira a ser demarcada. Os vinhedos húngaros de Tokaji teriam sido delimitados em 1700 ou em 1737, segundo diferentes fontes, o que gera polêmica. Foi, contudo, apenas em 1756 que, além de demarcada, uma região foi regulamentada. O Marquês de Pombal - ao criar a Companhia Geral de Agricultura do Alto Douro, além de delimitar as fronteiras do vinho do Porto, estabeleceu regras para sua produção. A França, o mais importante produtor mundial, viria a ter sua primeira classificação apenas em 1855. Estabelecida pelos produtores do Médoc, sub-região de Bordeaux, a famosa hierarquia dos Grand Crus Classés é até hoje referência de qualidade e, sobretudo, preço.&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos - APROVALE&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;foi criada em 1995 por cinco vinícolas pioneiras (Casa Valduga, Cordelier, Dom Cândido, Dom Laurindo e Miolo) e hoje já conta com cerca de 35 vinícolas afiliadas ( &lt;a href="http://www.valedosvinhedos.com.br/"&gt;http://www.valedosvinhedos.com.br/&lt;/a&gt; ).&lt;br /&gt;Para entender o significado desta “certificação” é preciso antes analisar o que é uma Indicação de Procedência. Quando se trata deste nobre fermentado, a origem e qualidade da matéria-prima (uvas) são fundamentais. O objetivo deste tipo de legislação é estabelecer uma série de normas que garantam o nível de qualidade e a tipicidade dos produtos, orientando os consumidores.&lt;br /&gt;Os critérios normalmente dizem respeito à delimitação geográfica dos vinhedos, os tipos de uvas autorizadas, grau alcoólico mínimo, grau máximo de chaptalização (adição de açúcar ao suco das uvas para aumento do grau alcoólico), rendimento dos vinhedos (quantidade de uvas obtidas por hectare - quanto menos melhor), método de plantio, de elaboração, período mínimo de amadurecimento em madeira e de envelhecimento em garrafa, denominações e tipologias constantes dos rótulos e, finalmente, aprovação através de análise química e degustação por entidades reguladoras.&lt;br /&gt;No que diz respeito a estes regulamentos, a IP “Vale dos Vinhedos” ou “IPVV” é ainda bastante modesta, exigindo, por exemplo, que apenas 85% das uvas venham da região delimitada. Além disso, o rendimento autorizado é alto (150 hectolitros por hectare) e bastam 60% de um tipo de uva para que esta venha identificada no rótulo, ou seja, 40% das uvas podem ser de um tipo que não aparece no rótulo. O critério mais sensível do regulamento é, contudo, o que permite que o método de plantio seja a “latada”, um tipo de caramanchão, que produz muito mais uvas, mas de qualidade inferior, pois estas ficam sob as sombras das folhas, sendo menos expostas ao sol. O ideal seria a “espaldeira”, método tradicional praticado na Europa, aonde a vinha é baixa e recebe bastante sol. O fato evidencia talvez o maior problema deste setor: cerca de 80% do nosso vinho fino provém de vinhedos em “latada”. A conversão de parreirais é, entretanto, cara (pode custar entre R$ 55 / R$ 65 mil por hectare), demorada (a vinha leva três anos para produzir a primeira safra) e, principalmente, esbarra na mudança de mentalidade de colonos que plantam assim por gerações.&lt;br /&gt;Na prática, o verdadeiro controle de qualidade previsto pelo regulamento da IP é a aprovação final dos vinhos por meio de análises químicas e degustações às cegas. Estas são realizadas por uma banca composta por representantes da Aprovale, da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), da Universidade de Caxias do Sul e da &lt;strong&gt;SBAV&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho&lt;/strong&gt;) seção de Caxias do Sul.&lt;br /&gt;Muitos dos vinhos submetidos a avaliação não recebem a “certificação”, o que demonstra o rigor da prova.&lt;br /&gt;Mesmo com estas deficiências esta IP é positiva? Sim, e muito! O que temos a comemorar não é a regulamentação em si, pois os melhores produtores da região já praticam padrões de qualidade até superiores aos exigidos, mas a congregação de antigos concorrentes, sob uma mesma bandeira, e a burocracia e inércia vencidas são o primeiro passo na direção de uma verdadeira denominação de origem controlada (DOC). Esta IP também facilita a exportação de nossos produtos. Ter um selo de procedência aprovado pela União Européia dá livre acesso de nossos produtos a todos aqueles países.&lt;br /&gt;Este tipo de controle ajuda, mas a qualidade de um vinho se julga mesmo é na taça. Aí a evolução que o vinho brasileiro teve nos últimos anos é incontestável!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;Vale dos Vinhedos - Vinícolas de destaque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162128935784284018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R6OQ6r4v_3I/AAAAAAAAACk/xgwnpj_Wa2U/s200/RS+-+Brasil0030.JPG" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;ADEGA CAVALLERI - Vinhos Finos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3459-1001 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cavalleri.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.cavalleri.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Radicada no Vale dos Vinhedos desde 1875 a Família Cavalleri trouxe da Itália a herança européia na elaboração dos vinhos. Produz atualmente 200 mil litros de vinho. As castas estão distribuídas numa área de 30 hectares. Seu Espumante Moscatel (elaborado com a casta Moscato Giallo), é o melhor do país na categoria!&lt;br /&gt;Tintos: Cavalleri Cabernet Sauvignon, Cavalleri Carménère, Cavalleri Merlot. Brancos: Cavalleri Chardonnay. Espumantes: Cavalleri Brut, Cavalleri Moscatel, Cavalleri Moscatel Rosé.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;ANGHEBEN&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3459-1261 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.angheben.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.angheben.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na Itália, Angheben era um vilarejo na Provincia de Trento. No Brasil, é uma vinícola fundada em 1999. As uvas dos vinhos elaborados são provenientes da Serra Gaúcha e da Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul. A safra de 2003 foi produzida a partir do vinhedo em espaldeira, localizado no município de Encruzilhada do Sul. Tintos: Terodelgo, Touriga Nacional, Barbera e Cabernet Sauvignon. Espumantes: Brut.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162131469814988690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R6OTOL4v_5I/AAAAAAAAAC0/hC9GwJX12Vc/s200/RS+-+Brasil0015.JPG" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CASA VALDUGA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3453-3122 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.casavalduga.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.casavalduga.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A saga da família Valduga no Brasil começou em 1875, quando as primeiras videiras foram plantadas. Constituída em 1973, a Casa Valduga vem mantendo a tradição por quatro gerações. Os parreirais próprios da Vinícola no Vale dos Vinhedos e Encruzilhada do Sul produzem uvas de castas finas com mudas importadas e certificadas. A vinícola também oferece aos visitantes hospedagens e refeições em instalações dignas de um grande hotel. Os destaques são os espumantes elaborados pelo método Champenoise, como o excelente “Valduga 130 anos Brut Champenoise”. Tintos: Gran Reserva Cabernet Sauvignon, Premium Merlot, Naturelle, Arte Casa Valduga Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, Duetto Pinot Noir e Shiraz.&lt;br /&gt;Rosés: Duetto Sangiovese e Barbera. Espumantes: Valduga 130 anos Brut Champenoise, Premium Moscatel, Premium Brut.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;CAVE DE PEDRA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3459-1263 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cavedepedra.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.cavedepedra.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A vinícola elabora vinho em estilo artesanal, a produção é reduzida e o processo é realizado da maneira mais natural possível. A arquitetura da sede é similar a um castelo medieval. Foi fundada em 1997.&lt;br /&gt;Tintos: Gran Reserva Ancelota/Tannat, Cabernet Sauvignon Reserva. Espumantes: Asti Moscatel Brut&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;CHANDON&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3462-2499 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.chandon.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.chandon.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Amparada pela empresa francesa Maison Moêt &amp;amp; Chandon, a vinícola está a mais de 30 anos no Brasil. A produção é voltada para elaboração de espumantes com alto padrão de qualidade: Uvas com características excepcionais, instalações e equipamentos de alta tecnologia. Seu enólogo Phillipe Mével é o maior especialista do Brasil na elaboração de espumantes pelo método Charmat, e o Chandon Excellence Brut Reserve é um dos melhores vinhos brasileiros... Premiadíssimo aqui e lá fora!&lt;br /&gt;Espumantes: Excellence Brut Reserve, Brut, Brut Rosé, Demi-Sec e Passion.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;CORDELIER&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 2102-2333 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cordelier.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.cordelier.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A família Ziero elabora vinhos desde o século XVIII na Itália. Nos idos de 1886, Eugênio Ziero desembarcou no sul do Brasil com mudas de videiras da família. Quase um século depois, o representante da sexta geração da família, Lídio Ziero fundou a Vinícola Cordelier, em Bento Gonçalves. Em homenagem a religiosidade da família, batizou a adega de Cordelier - corda de nós que os religiosos da Ordem de São Francisco de Assis usavam. Em 1997, adquiriu a marca Granja União.&lt;br /&gt;Tintos: Cordelier Reserva Merlot, Cordelier Reserva Cabernet Sauvignon, Cordelier Merlot, Granja União Cabernet Seco, Granja União Merlot, Granja União Seleção.&lt;br /&gt;Brancos: Reserva Chardonnay, Granja União Seleção, Granja União Riesling, Granja União Malvasia Suave.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;DOM CÂNDIDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3453-3620 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.domcandido.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.domcandido.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cândido Valduga levou adiante a tradição da família e estabeleceu-se em 12 hectares para produzir vinhos artesanais. Entre piletas, tanques de aço inox e pipas de madeiras nobres, a Dom Cândido vinifica cerca de 45.000 caixas de vinhos.&lt;br /&gt;Tintos: Gran Reserva Cabernet Sauvignon, Marselan, Reserva Merlot, Merlot/Cabernet Sauvignon, Reserva Tannat, Reserva Cabernet Sauvignon, Gamay. Espumantes: Brut, Demi-Sec e Moscatel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DON LAURINDO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3459-1600 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.donlaurindo.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.donlaurindo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Em 1887, desembarcava em Bento Gonçalves o italiano Marcelino Brandelli. Vindo de Zévio, povoado de Verona, Marcelino começou produzindo vinho para consumo da família. Passou para seus filhos os ensinamentos da bebida de Baco e da terra. Em 1946, seu filho Cezar Brandelli expandiu os negócios e adquiriu terras para produção de uvas e vinhos, no que mais tarde, veio se concretizar com a fundação da Vinícola Don Laurindo. O seu “Reserva Tannat” é o maior expoente desta casta em terras brasileiras. Tintos: Reserva Malbec, Reserva Tannat.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;GEORGES AUBERT&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 2462-1155 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.georgesaubert.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.georgesaubert.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com a 2a. Guerra Mundial, diversas vinícolas e vinhedos foram devastados na Europa. A solução encontrada por Georges Aubert foi transferir as operações da vinícola para o Brasil. Estabeleceu-se em Garibaldi em 1951 e especializou-se na produção de espumantes. Produz atualmente 1,8 milhões de litros por ano. Espumantes: Extra Brut, Brut, Reserva Prosecco e Moscatel.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;LÍDIO CARRARO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3459-1222 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lidiocarraro.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.lidiocarraro.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta pequena e jovem “vinícola boutique”, elabora ótimos tintos, elegantes e estilosos. Em 2002, elaborou seus primeiros vinhos. O destaque é o Merlot da linha Grande Vindima.&lt;br /&gt;Tintos: Reserva da Serra Cabernet Sauvignon, Reserva da Serra Merlot, Reserva da Serra Merlot/Cabernet Sauvignon, Cabernet Sauvignon Grande Vindima, Merlot Grande Vindima, Quorum Grande Vindima, Singular Tempranillo, Elos Cabernet Sauvignon/Malbec.&lt;br /&gt;Espumantes: Reserva da Serra Brut, Reserva da Serra Moscatel.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;MARCO LUIGI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3453-2695 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.marcoluigi.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.marcoluigi.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Produção em torno de 80 mil litros, de uvas cultivadas pela família. Os destaques são os espumantes elaborados pelo método Champenoise.&lt;br /&gt;Tintos: Varietal Cabernet Sauvignon, Conceito Tempranillo, Conceito Merlot, Tributo Cabernet Sauvignon, Merlot. Brancos: Chardonnay. Espumantes: Brut, Brut Reserva da Família e Moscatel.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;MIOLO WINE GROUP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 2102-1500 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.miolo.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.miolo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Uma das maiores e mais dinâmica empresas brasileiras do setor. A muda de videira que Giusepe Miolo plantou em 1897, no lote 43, em Bento Gonçalves, prosperou. Hoje a Miolo desponta na produção de vinhos no Brasil: do Vale do São Francisco, no nordeste à Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul. Até 2012 a empresa pretende ter 1000 hectares de vinhedos e produção de 12 milhões de litros de vinhos finos por ano. Desde 2003, conta com a consultoria do mais famoso enólogo do mundo - Michel Rolland. Desde há poucos anos atrás firmou uma parceria com a OSBORNE, famosa vinícola da região de Rioja - Espanha.&lt;br /&gt;Tintos: Lote 43, RAR, Reserva Cabernet Sauvignon, Reserva Merlot, Reserva Pinot Noir, Merlot Terroir, Seleção Tinto, Cuvée Giuseppe.&lt;br /&gt;Brancos: Reserva Chardonnay, Seleção Branco.&lt;br /&gt;Espumantes: Brut Millésime, Brut Méthode Traditonelle, Brut Rosé.&lt;br /&gt;Especiais: Seleção Rosé e Gamay.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;PETERLONGO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3462-1355 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.peterlongo.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.peterlongo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fundada em 1915, a vinícola é pioneira na elaboração de espumantes no Brasil. O seu “Champagne” Peterlongo era usado em solenidades oficiais e batismos de navios e aviões. No ano 2002 a empresa passou para uma nova fase, tendo como novo proprietário o grupo Holding Ouropar. Tintos: Dom Armando, Varietal Peterlongo Cabernet Sauvignon, Casa Peterlongo Cabernet Sauvignon/Merlot e Tannat. Brancos: Casa Peterlongo Riesling Itálico e Semillon. Espumantes: Moscatel, Prosecco, Brut Champenoise, Fino Demi-Sec, Fino Brut.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;PIZZATO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3459-1155 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pizzatovinhasvinhos.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.pizzatovinhasvinhos.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Criada em 1998, a vinícola Pizzato se dedica à elaboração de vinhos tintos finos. A vinícola destacou-se no cenário nacional com seu varietal Merlot Reserva, um dos melhores vinhos brasileiros desta casta. Seus vinhos destacam-se por boa relação custo/benefício. Tintos: Cabernet Sauvignon Reserva, Fausto Merlot, Fasuto Cabernet Sauvignon, Tannat Reserva, Merlot Reserva, Concentus, Egiodola. Brancos: Chardonnay. Espumantes: Brut.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;SALTON&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 2105-1000 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.salton.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.salton.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Uma das maiores e mais antiga vinícolas brasileiras, fundada em 1910. Hoje a Salton possui dois vinhedos modelos: Tuiuty e Santa Lúcia, com 70 hectares no total. Em 1948 expandiu as fronteiras do Rio Grande do Sul e tem uma filial em São Paulo. Lá é produzido o Conhaque Presidente. Conta com a consultoria do enólogo argentino Angel Mendoza. O Desejo Merlot e o Talento são dois dos melhores vinhos brasileiros. Tintos: Desejo Merlot, Talento, Reserva Especial Classic/Cabernet Sauvignon, Reserva Especial Classic/Merlot, Reserva Especial Classic/Tannat, Volpi Merlot, Volpi Cabernet Sauvignon.&lt;br /&gt;Brancos: Volpi Chardonnay, Volpi Sauvignon Blanc, Reserva Especial Classic/Chardonnay, Reserva Especial Classic/Riesling.&lt;br /&gt;Espumantes: Brut Charmat, Brut Reserva Ouro Charmat, Demi-Sec Charmat, Moscatel Charmat, Prosecco Brut Charmat, Volpi Natural Brut, Rosé Natural Brut Poética.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;VALLONTANO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tel. + (54) 3452-6595 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vallontano.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.vallontano.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A tradição remanescente do século XIX está na produção de aproximadamente 50 mil garrafas de vinhos finos e espumantes ao ano. A matéria-prima vem dos 07 hectares de vinhedos próprios, onde são cultivadas as uvas Tannat, Merlot, Cabernet Sauvignon e Chardonnay, entre outras variedades de castas nobres. Val Lontano, vem do italiano e quer dizer Vale Distante. O destaque é o Espumante Brut.&lt;br /&gt;Tintos: Reserva Cabernet Sauvignon, Tannat. Brancos: Chardonnay. Espumantes: Brut Moscatel.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lembro que as vinícolas aqui citadas são apenas aquelas sediadas dentro da área do Vale dos Vinhedos. Não foram mencionadas as demais localizadas fora do Vale - ainda que na região da Serra Gaúcha - a exemplo de Flores da Cunha, Nova Pádua, Pinto Bandeira, Cotiporã, Caxias do Sul, Campanha, Serras do Sudeste etc.&lt;br /&gt;Finalmente, vale observar que o Rio Grande do Sul é o Estado líder na produção de vinhos no Brasil. As 450 vinícolas da região são responsáveis por 75% dos rótulos brasileiros. Cerca de 60% das castas européias colhidas são brancas, e a produção de uva é superior a 400 milhões de quilos/ano.&lt;br /&gt;Bons goles!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-5476542152088946769?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/5476542152088946769/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=5476542152088946769' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/5476542152088946769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/5476542152088946769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2008/02/vale-dos-vinhedos-rio-grande-do-sul.html' title='Vale dos Vinhedos - Rio Grande do Sul, Brasil'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R6OQ6r4v_3I/AAAAAAAAACk/xgwnpj_Wa2U/s72-c/RS+-+Brasil0030.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-7053348610146251300</id><published>2008-01-13T23:02:00.000-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:09.793-04:00</updated><title type='text'>Portugal - Conhecendo Lisboa e arredores!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R4rUuBJ3q3I/AAAAAAAAABc/LfbYna4fPOg/s1600-h/Bandeira+Portugal.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155166610527857522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 75px; CURSOR: hand; HEIGHT: 49px" height="32" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R4rUuBJ3q3I/AAAAAAAAABc/LfbYna4fPOg/s200/Bandeira+Portugal.gif" width="58" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Em &lt;strong&gt;Lisboa&lt;/strong&gt;, se você ainda não conhece muito a cidade, comece a visita pela beira mar, na região onde está o Monumento ao Descobrimento, a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerônimos e, claro, a fábrica dos famosos e deliciosos ‘Pastéis de Belém’, tudo ali, um bem pertinho do outro. Visite também o Castelo de São Jorge - construção do século XII, o mais velho monumento da capital portuguesa. O Castelo, pairando sobre o pitoresco bairro da Alfama, oferece a mais didática das vistas de Lisboa. Ali, debruçado sobre o muro do terraço, é possível entender a geografia e a história de Lisboa numa só aula. Primeiro olhe para trás, em direção ao próprio castelo: na verdade, você está vendo as muralhas de uma fortaleza do tempo da ocupação moura. Sim, porque Lisboa só foi reconquistada pelos portugueses em 1.147, depois de 300 anos sob domínio muçulmano. Isso explica as ruelas tortuosas, as escadarias e os labirintos que você teve de subir até aqui, no alto do castelo - o traçado caótico da Alfama é o mais importante legado mourisco à cidade.&lt;br /&gt;Agora, volte-se novamente para a vista a sua frente... Seu olhar será rapidamente guindado à esquerda, onde fica o Tejo. Mais do que um simples rio, o Tejo é a avenida que liga Lisboa ao Oceano - e, conseqüentemente, ao período mais glorioso de Portugal. A foz é bem mais adiante, fora do seu campo de visão, depois do Bairro de Belém, onde termina a cidade e começa a orla do Estoril e de Cascais. Você não percebe, mas, entre o centro da cidade e Belém, há uma série de armazéns à beira-rio que foram transformados em discotecas, formando a porção mais ‘mauricinha’ da Lisboa de hoje. Vê aquela ponte monumental? Pois praticamente embaixo dela fica a Doca de Santo Amaro, um ‘deck’ repleto de bares e restaurantes, que também é uma das principais atrações dessa Lisboa ‘moderna’ e agitada. Sempre olhando para o centro, você vê o Róssio, que é o coração de Lisboa. Entre o Róssio e a grande praça à beira-rio (a Praça do Comércio), fica a “Baixa”, o centro comercial de Lisboa, com seus quarteirões perfeitamente simétricos. Atrás da ‘Baixa’ fica o Chiado, onde está o comércio chique do centro.&lt;br /&gt;Depois, na continuação do Chiado, vê-se a colina do Bairro Alto, reduto intelectual, boêmio e moderninho, onde a Lisboa dos fados se mistura com a Lisboa de todas as músicas. Enfim, suba lá e veja se não é realmente interessante observar isso tudo e muito mais que você certamente verá.&lt;br /&gt;Ainda em Lisboa, não deixe de conhecer dois restaurantes que, para mim, são os mais sensacionais que existe em toda a capital portuguesa: O primeiro, para comer bem (jantar) e degustar ótimos vinhos portugueses, ouvindo fados (ao vivo!) que irá transporta-los para onde desejar seus pensamentos, é o ‘Sr. Vinho’. Fica na Rua do Meio - Lapa. Faça reserva antes de ir. O segundo é o ‘Parreirinha do Alfama’, um lugarzinho super pequeno e aconchegante, onde também se come muito bem ao som de fados inesquecíveis! Entretanto, para quem gosta de Cerveja, vá durante o dia na ‘Cervejaria Trindade’, a mais antiga e belíssima cervejaria de Portugal! Fica na Rua Nova da Trindade, nº 20C. Existe desde 1836, ocupando o lugar onde era o Refeitório do Convento dos Frades Trinos, cuja primeira fase de construção data de 1.283. Super, não? Ah! Se você quiser comer leitão assado, vá a Almada. É um vilarejo bem perto e lá está o que existe de melhor! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156451149346745250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R49lABJ3q6I/AAAAAAAAAB0/w-5bynrhtAM/s200/Lisboa+01.jpg" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156454104284244962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R49nsBJ3q-I/AAAAAAAAACU/diV4c0f-4Xw/s200/Lisboa+02.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Sintra&lt;/strong&gt; - Viajar aos arredores de Lisboa é mais fácil do que cruzar uma grande cidade brasileira... Tanto a serra (Queluz e Sintra) quanto à orla (Estoril e Cascais) estão a poucos minutos de automóvel ou de trem de Lisboa. Comece por Sintra - Uma estância medieval, com clima de montanha. Está situada a 28 kms de Lisboa, 15 de Cascais, 13 de Estoril, e 98 de Setúbal. A “vila” é tão antiga quanto Portugal, conquistada pelos Mouros em 1.147, pelo primeiro Rei de Portugal - Dom Afonso Henriques. É o refúgio serrano dos lisboetas.&lt;br /&gt;O centro da ‘Vila’, bem charmoso, conserva o Palácio Nacional. Tão monumental quanto o Palácio da Pena, no alto de uma montanha. Não deixe de conhecer o “Palácio da Pena”, residência de inverno dos antigos reis de Portugal, e também o “Hotel Palácio dos Seteais”, para tomar um “Porto” ou mesmo um “Chá” no seu jardim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156452197318765506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R49l9BJ3q8I/AAAAAAAAACE/xwvg3qTPWJc/s200/Sintra+01.jpg" border="0" /&gt;Saindo de Sintra, com destino a &lt;strong&gt;Cascais&lt;/strong&gt;, não use a auto-estrada (N9). Prefira a estradinha N247, que passa por Colares e descortina uma paisagem muito mais agradável. Por ela, antes de chegar a Cascais, você pode ir até o ‘Cabo da Roca’, o ponto mais ocidental do continente Europeu, antes de almoçar lautamente num dos bons restaurantes da ‘Praia do Guincho’. Eu indico, sem pestanejar, o ‘Faroleiro’. Peça arroz com mariscos, você não vai se arrepender! Ou o Mestre Zé, igualmente muito bom!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cascais&lt;/strong&gt; é um balneário super badalado, cheio de gente bonita e interessante. É lá que o nosso saudoso Ayrton Sena realmente ‘curtia e descansava’ quando estava na Europa, em casa de um grande amigo português que ainda hoje vive no lugar. Depois, vá ao centro, tomar um drink no ‘John Bull Bar’ e diga que eu recomendei, tá?&lt;br /&gt;De Cascais, dê um pulinho até &lt;strong&gt;Estoril&lt;/strong&gt;. Também vale a pena e é bem pertinho. Além do circuito de F-1 (Autódromo Fernanda Pires da Silva), a cidade é uma graça, com seus casinos e praias urbanizadas! Se ainda restar tempo, vá também até &lt;strong&gt;Queluz &lt;/strong&gt;e visite o Palácio ali existente, onde morou D. Pedro IV, o nosso D.Pedro I.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lisboa e arredores têm ótimos hotéis, de todos os estilos que você preferir e puder pagar, mas eu indico um onde sempre fico quando estou lá: muito bom, bem confortável e preço justíssimo:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Hotel IBIS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (Liberdade)&lt;br /&gt;Rua Barata Salgueiro, 53 - Liberdade.&lt;br /&gt;1250-043 Lisboa - Portugal&lt;br /&gt;Tel. + (351) (21) 330-0630 - Fax: + (351) (21) 330-0631.&lt;br /&gt;Localização: Bem perto da Praça Marquês de Pombal e do Hotel Sofitel ali existente, com fácil acesso para qualquer destino, a pé ou de táxi. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;--------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-7053348610146251300?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/7053348610146251300/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=7053348610146251300' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/7053348610146251300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/7053348610146251300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2008/01/portugal-conhecendo-lisboa-e-arredores.html' title='Portugal - Conhecendo Lisboa e arredores!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R4rUuBJ3q3I/AAAAAAAAABc/LfbYna4fPOg/s72-c/Bandeira+Portugal.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-1563345869082088405</id><published>2008-01-01T23:04:00.000-04:00</published><updated>2008-01-02T10:00:49.138-04:00</updated><title type='text'>O Vinho Branco de todas as estações do ano!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O vinho branco já foi rei um dia, sendo o mais consumido do mundo. Por muitos anos e por diversos motivos, seu consumo foi caindo. Um deles foi à ascensão do vinho tinto e a descoberta de seus benefícios terapêuticos ao sistema cardiovascular. O vinho que “faz bem ao coração” acabou sendo um dos responsáveis pela migração de fiéis consumidores de brancos para fiéis e regulares consumidores de tintos. É fato que o vinho tinto, em comparação ao branco, tem proporcionalmente muito mais substâncias que fazem bem ao sistema cardiovascular, já que os polifenóis e poliflavonóides são mais abundantes na casca das uvas tintas. Mas os dois, tintos e brancos, têm espaço nas melhores mesas ao redor do mundo.&lt;br /&gt;Felizmente, o consumidor tem redescoberto o vinho branco e, principalmente, tem se dedicado mais à cultura da enogastronomia. E o que é enogastronomia? É a arte de harmonizar a gastronomia com o vinho. Por isso, a ausência do vinho branco na mesa é um completo desastre. Ele é versátil e acompanha pratos maravilhosos que o vinho tinto não seria capaz de compartilhar. Além disso, existem vinhos brancos potentes e profundos como os tintos.&lt;br /&gt;No Brasil, por exemplo, já temos bons vinhos brancos, especialmente os Espumantes produzidos na região da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul. Assim como o Brasil, a Argentina e o Chile também produzem excelentes vinhos brancos com as uvas Chardonnay, Sauvignon Blanc, Riesling, entre outras. Outro bom exemplo de vinhos brancos do “Novo Mundo” é os Estados Unidos. Eles se especializaram em fazer da uva Chardonnay uma marca... O Chardonnay amadeirado virou febre no país e por lá existe até o jargão “give me a glass of chard”.&lt;br /&gt;A matéria, entretanto, é sobre os vinhos brancos da Alemanha... Lar da uva Riesling, considerada por muitos especialistas a mais nobre das cepas brancas, a Alemanha é uma das grandes regiões vinícolas do mundo, com vasta gama de estilos de vinho, do raro, doce e sensacional Trockenbeerenauslese (TBA) ao adstringente Kabinett. A maioria é consumida localmente, já que poucas vinícolas se destacam fora do país.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um pouco de história:&lt;/strong&gt; Os romanos levaram a viticultura organizada a essa região no norte da Europa e, no início da Idade Média, a Igreja adquiriu e desenvolveu vinhedos enormes. Diz a lenda que no século VIII o imperador Carlos Magno, posicionado na margem oposta a Rheingau, observou onde a neve derretia primeiro e ordenou que as vinhas ali fossem plantadas.&lt;br /&gt;No fim da Idade Média havia muitas propriedades aristocráticas em Rheingau e mais ao sul, algumas ainda pertencentes às mesmas famílias. Calcula-se que no fim do séc. XVI a área cultivada com vinhas seria 03 vezes maior do que a atual, devido a conflitos que devastaram grandes regiões (como a Guerra dos Trinta Anos, 1618/48) e substituições por outros plantios em tempos difíceis.&lt;br /&gt;Mas a atividade vinícola se recuperou, e ao fim do séc. XIX os melhores vinhos de Rheingau alcançaram preços tão altos quanto os premiers crus de Bordeaux, França. A qualidade, porém, despencou nos anos 60 e 70 com a preferência por safras volumosas, e só na última década as melhores vinícolas buscaram consistentemente recuperar a reputação do vinho alemão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A atividade vinícola hoje:&lt;/strong&gt; A Alemanha não é um grande participante no mercado internacional, com apenas 100.000ha em produção, 09 vezes menos do que a França ou a Itália. A imagem do vinho alemão ficou prejudicada devido à grande quantidade de branco adocicado medíocre exportado nas últimas décadas. Por isso muitos consumidores associam “vinho alemão” à pior qualidade que o país oferece. Esse problema foi exacerbado pela estrutura da indústria, baseada em propriedades muito pequenas e em grandes cooperativas; as primeiras - várias de padrão mundial - produzem pouca quantidade, e as segundas raramente estão centradas na qualidade e não colaboram para melhorar a imagem dos vinhos no exterior.&lt;br /&gt;As leis vinícolas e as normas arcaicas de rotulação também atrapalham a vida do consumidor. Milhares de vinhedos têm o direito de se identificar no rótulo e, além das cepas conhecidas, há várias cruzas. Entretanto, se a variedade de uvas e estilos dificulta o marketing, poucos países oferecem tamanha diversidade.&lt;br /&gt;Cepas e Estilos de Vinhos: A Riesling é a principal cepa do sudoeste da Alemanha, em especial nas regiões dos rios Mosel e Reno. O longo período de desenvolvimento e a alta incidência de botrítis (a podridão nobre - fungo “Botritis Cinerea”) fazem com que esses vinhedos produzam alguns dos vinhos doces mais sensacionais do mundo, a exemplo dos grandes “Sauternes” da França e dos “Tokaji Aszú” da Hungria. Os melhores são Rieslings engarrafados na vinícola, que variam do muito seco e metálico ao doce e adstringente, em geral com qualidade superior ao preço.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Detalhe para quem for visitar a região:&lt;/strong&gt; A vista da área vinícola de Mosel-Saar-Ruwer, de qualquer colina de vinhedos (que são plantados nas encostas íngremes das margens do rio), é simplesmente encantadora!&lt;br /&gt;No sul, sobretudo em Baden, as Pinot reinam supremas... As Weissburgunder (Pinot Blanc) são encontradas em todas as áreas vinícolas do país, e a Spatburgunder (Pinot Noir) nas regiões mais ao norte, como Ahr, com resultados cada vez melhores. A Silvaner (outra variedade) não é muito apreciada, mas em Franken atinge ótimo nível.&lt;br /&gt;Os vinhos muitos secos são produzidos com facilidade no sul, como em Pfalz e Baden. Contudo, o clima frio mais ao norte pode torná-los austeros demais para o gosto da maioria devido à alta acidez natural das uvas; por isso muitas vezes são equilibrados com açúcar residual - que os torna frutados e refrescantes.&lt;br /&gt;O barril de carvalho participa na vinificação em tinto, mas em geral os brancos não são amadeirados e podem refletir o solo e as condições microclimáticas de que se originam muito melhor do que os suavizados no caro carvalho francês, destacando seu sabor puro e, com freqüência, vigor mineral.&lt;br /&gt;Classificação Vinícola Alemã&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os vinhos alemães são classificados segundo o amadurecimento das uvas na vindima (colheita), obedecendo ao seguinte critério:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&gt; Qualitatswein mit Pradikat (QmP): Literalmente “vinho de qualidade com características especiais”, é sua classificação mais alta. Para obter esse status as uvas devem atingir um nível de amadurecimento mínimo, entre Kabinett (o mais baixo nível de açúcar) e Trockenbeerenauslese (TBA, o mais alto). Os valores determinados variam para cada região e cepa. A chaptalização (adição de açúcar durante a fermentação para aumentar o nível de álcool) não é permitida nesses vinhos.&lt;br /&gt;&gt; Kabinett: Exceto se rotulado como trocken ou halbtrocken, esse vinho será meio-seco.&lt;br /&gt;&gt; Spatlese: Vinho de colheita tardia, normalmente de estilo médio a meio-doce.&lt;br /&gt;&gt; Auslese: Vinho médio a doce no qual algumas uvas podem ter sido afetadas por botritis (a podridão nobre).&lt;br /&gt;&gt; Beerenauslese (BA): Vinho doce no qual muitas uvas foram afetadas por botritis.&lt;br /&gt;&gt; Eiswein: Vinho intensamente doce elaborado de uvas que congelaram naturalmente na vinha; tendem a ter sabor rico e muito puro.&lt;br /&gt;&gt; Trockenbeerenauslese (TBA): Vinho intensamente doce elaborado apenas de uvas afetadas por botritis. Não confundir com “trocken”, que significa “seco”.&lt;br /&gt;&gt; Qualitatswein bestimmter Anbaugebiet (QbA): Segundo nível de classificação, para vinhos de qualidade elaborados em uma região designada. A chaptalização é permitida.&lt;br /&gt;&gt; Londwein: Equivalente ao “vin de pays” francês, “um vinho do país”, pode proceder de qualquer uma das 17 áreas designadas.&lt;br /&gt;&gt; Deutsche Tafelwein: Categoria para vinhos de mesa elaborados exclusivamente na Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como ler um rótulo de Vinho Alemão: &lt;/strong&gt;Ao se deparar com um vinho alemão de produtor desconhecido, eis algumas dicas que o(a) ajudarão a desvendar o estilo e a qualidade em potencial:&lt;br /&gt;a) Procure a uva; os melhores são Riesling QmP, geralmente de meio-secos (Kabinett) e extremamente doces (Trokenbeerenauslese), exceto se constar as palavras “troken” ou “halbtroken”. Evite vinhos QbA a menos que confie no produtor!&lt;br /&gt;b) O teor alcoólico ajuda a confirmar o estilo: com menos de 12% (especialmente menos de 10,5%), espere um vinho médio a doce. Conhecer os estilos das principais regiões alemãs também é útil: os vinhos tendem a ficar mais cheios e secos do norte para o sul. O preço é bom indicador. Há verdadeiras bagatelas, mas espere preços mais altos dos melhores produtores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Glossário do Vinho Alemão:&lt;br /&gt;Bereich:&lt;/strong&gt; Distrito dentro de uma das regiões vinícolas aqui citadas. Se estiver no rótulo tenha cautela, pois a qualidade pode ser baixa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Classic:&lt;/strong&gt; Vinho razoavelmente seco e elaborado com uma cepa tradicional, como Riesling, Silvaner ou Rivaner. O termo foi introduzido como tentativa de facilitar o rótulo de vinhos alemães.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Einzellage:&lt;/strong&gt; Vinho de um único vinhedo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grosslage:&lt;/strong&gt; Vinho de um grupo de vinhedos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Halbtroken:&lt;/strong&gt; Vinho “meio-seco” ou meio-doce.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Totling:&lt;/strong&gt; Vinho rosé.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rotwein:&lt;/strong&gt; Vinho tinto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sekt:&lt;/strong&gt; Vinho espumante (como é chamado o Espumante alemão).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Selection:&lt;/strong&gt; relativo ao Classic, denota um vinho premium razoavelmente seco, produzido em quantidades limitadas. Termo ainda não totalmente estabelecido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trocken:&lt;/strong&gt; Vinho seco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ursprungslage:&lt;/strong&gt; Outro termo novo, criado para substituir Grosslage. O vinho deve ser de área designada e também estilo específico, empregando cepas (uvas) registradas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Weingut:&lt;/strong&gt; Propriedade vinícola.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Weisswein:&lt;/strong&gt; Vinho branco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os vinhos brancos alemães dos produtores mais respeitados e recomendados:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;01. Weingut Emrich-Schonleber Monzinger Fruhlingsplatzchen Riesling Eiswein.&lt;br /&gt;02. Weingut Keller Dalsheimer Hubacker Riesling Auslese.&lt;br /&gt;03. Weingut Muller-Catoir Mussbacher Eselshaut Rieslaner Auslese.&lt;br /&gt;04. Weingut Robert Weil Kiedricher Grafenberg Riesling Auslese.&lt;br /&gt;05. Weingut St Urbans-Hof Ockfener Bockstein Riesling Auslese.&lt;br /&gt;06. Weingut Dr Burklin-Wolf Forster Ungeheuer Riesling Erstes Gewachs.&lt;br /&gt;07. Weingut Franz Kunstler Hochheimer Kirchenstuck Riesling Spatlese.&lt;br /&gt;08. Weingut Freiherr Heyl zu Hermsheim Niersteiner Brudersberg Riesling Trocken.&lt;br /&gt;09. Weingut Hermann Donnhoff Oberhauser Brucke Riesling Spatlese.&lt;br /&gt;10. Weingut Dr Loosen Wehlener Sonnenuhr Riesling Kabinett.&lt;br /&gt;11. Weingut Georg Breuer Rudesheim Estate Riesling Trocken.&lt;br /&gt;12. Weingut Okonomierat Rebholz Chardonnay Spatlese Trocken.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-1563345869082088405?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/1563345869082088405/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=1563345869082088405' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/1563345869082088405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/1563345869082088405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2008/01/o-vinho-branco-de-todas-as-estaes-do.html' title='O Vinho Branco de todas as estações do ano!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-703542500683710017</id><published>2007-12-20T20:29:00.000-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:09.844-04:00</updated><title type='text'>Conhecendo a região de Champagne - França!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R21f1RJ3q2I/AAAAAAAAABU/IcD0pIml31s/s1600-h/Bourgogne0001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5146875317896850274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R21f1RJ3q2I/AAAAAAAAABU/IcD0pIml31s/s200/Bourgogne0001.jpg?SSImageQuality=Full" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um maravilhoso passeio pela região de Champagne, onde estive no mês de novembro passado (11/2007) visitando a &lt;strong&gt;Maison Moêt &amp;amp; Chandon&lt;/strong&gt; e outras casas nas cidades de Épernay e Reims, além dos seus vinhedos nos arredores e em boa parte do Vallée du Marne. Depois de Champagne fui rever amigos queridos na Bourgogne (Dijon e Beaune), e também participando do lançamento anual do festejado “Beaujolais Nouveau” em Villefranche-Sur-Saône.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Champagne &lt;/strong&gt;é a região vinícola mais ao norte da França. O frio e o amadurecimento lento dos frutos conferem alta acidez, vital no processo vagaroso e prolongado de envelhecimento do champagne. Sua complexidade, entretanto, não se deve apenas ao clima: o solo com cal e três séculos de dedicação humana também participam para gerar esse vinho impar!&lt;br /&gt;Originalmente, essa era uma área de vinhos tintos, feitos no outono e estabilizados durante o inverno, quando o frio interrompia a fermentação. Na primavera os vinhos eram aquecidos e voltavam a fermentar na garrafa, gerando uma leve efervescência. Esses vinhos frisantes jovens viraram moda na Inglaterra em meados do séc. XVII, ao fim do qual, os produtores de Champagne, liderados pelo monge beneditino Dom Pérignon (responsável pelas adegas da Abadia de Hautvillier), descobriram como controlar e refinar essa segunda fermentação. Nascia a era moderna do champagne.&lt;br /&gt;Hoje, o champagne é geralmente um cuidadoso ‘corte’ de três cepas - Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay - e de diversos vinhedos (crus). Além disso, diferente de outros vinhos, ele mistura uvas de mais de uma safra. Pode-se fazer vinho de apenas uma safra, mas só nos melhores anos.&lt;br /&gt;Com cerca de 300 milhões de garrafas anuais, o vinho espumante é a ‘raison d’être’ de Champagne. A maioria de seus valiosos vinhedos está nas mãos de 19.000 vinicultores e perto de 1/8 pertence a 264 &lt;em&gt;‘négociants’&lt;/em&gt;, entre eles os grandes estabelecimentos internacionais que determinaram a inalcançável reputação de Champagne em todo o mundo.&lt;br /&gt;Champagne AOC (&lt;em&gt;Appellation de Órigne Controlée&lt;/em&gt;) estende-se por 150km de norte a sul e 115km de leste a oeste, e contém 05 áreas vinícolas. A cidade de Épernay fica no centro das 03 maiores e mais renomadas dessas áreas: Montagne de Reims, Vallée du Marne e Côte des Blancs. Ao sul desta última fica a menos conhecida Côte de Sézanne, e no extremo sul da ‘appellation’, a 100km de Épernay, está Côte des Bar. Há no total 17 &lt;em&gt;‘grands crus’&lt;/em&gt;, 43 &lt;em&gt;‘premiers crus’&lt;/em&gt; e 32.000ha de vinhedos.&lt;br /&gt;Os muitos &lt;em&gt;‘négociants’&lt;/em&gt; de Champagne compram a maioria das uvas de viticultores espalhados por toda a &lt;em&gt;‘appellation’&lt;/em&gt;, e sua localização em geral indica o tipo de vinho produzido. A mistura de vinhos para manter um estilo específico é processo complexo, e as maiores empresas empregam até 100 ‘crus’ diferentes (como a Moêt et Chandon com o seu ‘Brut Imperial cuvée’) para atingir o sabor desejado. Poucas cultivam suas próprias vinhas; a Bollinger e a Louis Roederer são exceções e suprem 75% de sua matéria-prima. Alguns ‘négociants’ compram tudo e não possuem vinhedo.&lt;br /&gt;Os maiores ‘négociants’ costumam ter adegas em Reims ou Épernay. Em Épernay há muitos na Avenue de Champagne, e em Reims ao redor da Place du General Gouraud (Ruinart, Veuve Clicquot Ponsardin, Taittinger e Pommery). A maioria fica aberta e oferece visitas guiadas com degustações. Outro centro importante, com os melhores produtores de médio porte, é Ay e Mareuil-Sur-Ay, onde estão Bollinger, Billecart-Salmon, Deutz, Gosset e Philipponnat.&lt;br /&gt;Os champagnes não-vintage mais vendidos são: Moêt &amp;amp; Chandon Brut Imperial, Veuve Clicquot Ponsardin Yellow Label, Lanson Black Label, Mumm Cordon Rouge e Piper-Heidsieck Brut.&lt;br /&gt;Como indicado acima, a denominação (AOC) de Champagne se divide em 05 áreas de produção principais, cada qual vinculada a uma das três maiores cepas: Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. Grande parte do champagne é elaborada com as três uvas provenientes de diferentes ‘crus’ ou ‘villages’ e em diversas proporções. Há mais de 12.000ha de Pinot Noir, 10.900h de Pinot Meunier e quase 9.000ha de Chardonnay.&lt;br /&gt;Com clima limítrofe, variações pequenas de ‘terroir’ podem afetar muito a qualidade das uvas, então os vinhedos de Champagne são classificados segundo a qualidade pelo sistema ‘Échelle des Crus’ (Escada de Vinhedos). As 301 villages da denominação estão listadas, os 17 ‘grands crus’ com pontuação 100%, os 43 ‘premiers crus’ variando de 90 a 99% e o resto no nível inferior, entre 80 e 89%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Montagne de Reims&lt;/strong&gt; - Mais um platô do que uma montanha, Montagne de Reims forma um arco ao sul da cidade de Reims, com os vinhedos protegidos descendo rumo aos rios Vesle e Marne. O terreno não é homogêneo: os diversos micro-climas, aspectos e exposições das zonas geram vários estilos. O solo também varia, mas todos os ‘grands crus’ ficam sobre a camada de cal que caracteriza Champagne. Essa área inclui 09 dos 17 ‘grands crus’ da denominação e é conhecida pela Pinot Noir (41%), cuja qualidade garante a reputação das vilas ‘grands crus’ mais famosas: Mailly, Verzenay, Verzi, Ambonnay e Bouzy. A oeste de Ludes e em Petite Montagne, a sudoeste de Reims, a Pinot Meunier chama mais a atenção. Há ainda pontos importantes de Chardonnay, principalmente nas villages ‘premiers crus’ de Villers-Marmery e Trépail.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vallée du Marne&lt;/strong&gt; - Os vinhedos ficam do lado norte do Vale do Marne desde Tours-Sur-Marne rumo ao oeste, e dos 02 lados a oeste de Épernay até Saacy-Sur-Marne.&lt;br /&gt;A maioria contém Pinot Meunier (63%) que, devido à brotação tardia e ao amadurecimento precoce, é menos vulnerável nesse vale baixo propenso a geadas. Menos refinada que a Pinot Noir e a Chardonnay, a Pinot Meunier é considerada uma base sólida e muita empregada pelas principais vinícolas por desenvolver-se rápido e ser frutada, suavizando as misturas e tornando-as mais acessíveis jovens.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Côte des Blancs&lt;/strong&gt; - O nome dessa área ao sul de Épernay deriva do fato de dedicar-se quase exclusivamente ao cultivo de vinhas brancas. A maioria dos vinhedos tem orientação leste e fica sobre o mais puro subsolo belemnita, rico em minerais e elementos essenciais. Das cepas de Côte des Blancs, 97% são Chardonnay.&lt;br /&gt;As provenientes dos 05 ‘grands crus’ - Cramant, Avize, Oger, Lê Mesnil-Sur-Oger e Chouilly - são as mais procuradas e têm os preços mais altos. Elas conferem frescor e fineza às misturas e, quando puras, como no ‘blanc de blancs’ de Salon, resultam em vinhos de grande intensidade e longevidade. Detalhe: É aqui na Côte des Blancs, no meio de um vasto e lindo vinhedo, que está situado o “Château de Saran”, da Moêt &amp;amp; Chandon... Magnífico, imponente, charmoso... Um verdadeiro palácio de reis!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Côte de Sézanne&lt;/strong&gt; - Esse distrito de 1.360ha, em franco desenvolvimento, é uma continuação de Côte des Blancs separada apenas pelos pântanos de St. Gond. O subsolo é principalmente de argila e silte argilosa com partes de cal, e as vinhas são orientadas em sentido sudeste. Como em Côte des Blancs, a Chardonnay é a vinha mais plantada (62%), com cerca de 20% de Pinot Noir. Em parte devido ao aspecto favorável, os vinhos tendem a ser mais diretos e frutados do que os de Côte des Blancs e talvez mais rústicos e menos finos. Em geral essa área recebe a pontuação de 87% para as uvas brancas e 85% para as tintas na ‘Échelle des Crus’.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Côte des Bar&lt;/strong&gt; - Essa área do ‘département de Aube’ abrange 1/5 (7.105ha) dos vinhedos de Champagne e é importante fonte de Pinot Noir madura, vigorosa e saborosa, fornecendo quase metade de sua produção na região. A maioria dos ‘négociants’ adquire uvas nessa área para fazer suas mesclas.&lt;br /&gt;As três comunas que compõem Les Riceys (Ricey-Haut, Ricey-Haut-Rive e Ricey-Bas) são os únicos locais da França em que o vinho pode ser feito sob 03 denominações diferentes, quais sejam: 01 de espumantes (Champagne) e 02 de não espumantes (o tinto Coteaux Champenois e o Rosé des Riceys).&lt;br /&gt;1. &lt;strong&gt;Notas interessantes&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;1.1 - A marca mais famosa e vendida de champagne não-vintage é, de longe, a Brut Imperial da Moêt &amp;amp; Chandon. Dado o volume produzido (mais de 16 milhões de gfs por ano), a qualidade consistente é louvável. O novo rosé não-vintage pode rivalizar com o da Laurent-Perrier (considerado por renomados especialistas um dos melhores), e os vinhos ‘vintage’ têm classe e evoluem bem com a idade. O Dom Pérignon continua maravilhando graças ao talento do Enólogo Richard Geoffroy, porém em geral é consumido muito antes de seu auge, atingido com pelo menos 15 anos.&lt;br /&gt;1.2 - Ruinart - A vinícola mais antiga da região de Champagne foi fundada em 1729 e é a única do grupo LVMH especializada em ‘Blanc des Blancs’ e ‘Chardonnay’. Com o lançamento de um Blanc des Blancs não-vintage e o ‘corte’ de várias safras topo de categoria e muito caro, L’Exclusive, agora são 03 vinhos. Mas sua reputação estabeleceu-se com o Dom Ruinart Blanc des Blancs vintage, que em geral combina ‘grands crus’ de Cote des Blancs com Chardonnay das melhores vilas de Montagne de Reims.&lt;br /&gt;Enfim, o Champagne continua inigualável... Tem todos os elementos de um espumante perfeito: frescor e vivacidade que exaltam, aromas complexos e boca rica equilibrada por fina acidez... E, dependendo da companhia, o encantamento!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5146234848078703426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 193px; CURSOR: hand; HEIGHT: 142px; TEXT-ALIGN: center" height="150" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R2sZVBJ3q0I/AAAAAAAAABE/ujdImiKAIu8/s200/Bourgogne0023.jpg?SSImageQuality=Full" width="238" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em muitas regiões mundo afora se produzem espumantes, mas Champagne possui as marcas mais famosas e é a região padrão pela qual as demais são julgadas!&lt;br /&gt;Por isso que eu, pessoalmente e fora daqui, prefiro os ‘nossos’ espumantes nacionais produzidos na região da Serra Gaúcha (Vale dos Vinhedos e Garibaldi - RS), onde o clima e solo (terroir) são muitos semelhantes ao de Champagne, já que seus sapatos também ficam sujos de cal ao caminhar por entre os vinhedos ali existentes.&lt;br /&gt;E mais! O nosso espumante deve ser tomado com muito orgulho, pois é respeitado até por renomados enólogos da própria região de Champagne. Meu amigo Philippe Mével, responsável pela elaboração do melhor espumante nacional, é um deles! Experimente e comprove... Chandon, Marson, Cavalleri, Valduga, são ótimos... &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bons goles! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-703542500683710017?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/703542500683710017/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=703542500683710017' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/703542500683710017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/703542500683710017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2007/12/conhecendo-regio-de-champagne-frana.html' title='Conhecendo a região de Champagne - França!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R21f1RJ3q2I/AAAAAAAAABU/IcD0pIml31s/s72-c/Bourgogne0001.jpg?SSImageQuality=Full' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-1786967301072361003</id><published>2007-08-24T15:40:00.000-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:10.522-04:00</updated><title type='text'>França - A rota dos vinhos do sul, ao sol da Côtes-du-Rhône e Provence...</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/Rs9FJ1JtbuI/AAAAAAAAAAs/YlwTnUOZ0LI/s1600-h/Provence+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5102372938023005922" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/Rs9FJ1JtbuI/AAAAAAAAAAs/YlwTnUOZ0LI/s200/Provence+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/Rs9E7FJtbtI/AAAAAAAAAAk/UnougC5SlAc/s1600-h/Provence+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5102372684619935442" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/Rs9E7FJtbtI/AAAAAAAAAAk/UnougC5SlAc/s200/Provence+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/Rs9FZlJtbvI/AAAAAAAAAA0/Nskvwb_LDAY/s1600-h/Provence+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5102373208605945586" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/Rs9FZlJtbvI/AAAAAAAAAA0/Nskvwb_LDAY/s200/Provence+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Saindo de &lt;strong&gt;Lyon&lt;/strong&gt; e depois de &lt;strong&gt;Vienne&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;Avignon&lt;/strong&gt;, as costas escarpadas que contornam o Rio Rhône produzem os crus míticos da &lt;strong&gt;Côtes-du-Rhône&lt;/strong&gt;. Mais ao sul, os vinhos ensolarados da Provence assumem o lugar. Este itinerário, no coração desses vinhedos, oferece uma ocasião única de descobrir algumas maravilhas dessa região do sudeste da França.&lt;br /&gt;Já um século antes de Cristo o vinho de Vienne era famoso nas mesas de Roma! Esta cidade românica situada a 34 km ao sul de Lyon é o ponto de partida de um circuito pela Côtes-du-Rhône. Após ter visitado o teatro romano, deixe a cidade da arte por Ampuis, um vilarejo localizado no centro da “Côtes-Rôties”, cuja excelência do vinho já é conhecida.&lt;br /&gt;Mais ao sul, Condrieu possui um “cru” tão famoso quanto os primeiros, e oferece um amplo panorama do vilarejo e do rio. Seguindo pelo Rhône, você passará perto de Malleval, linda cidade medieval no alto de uma colina que lhe abre as portas do parque regional do Pilat, propício para caminhadas. Além disso, Saint-Désirat abriga um apaixonante museu do alambique que lhe contará todos os segredos da fabricação de uma aguardente artesanal. Para experimentar um bom Saint-Joseph, pare em Sarras, a não ser que prefira um belo Hermitage, cujas uvas recobrem a colina de Tain l’Hermitage. É só passar para a outra margem para chegar em Tournon. De lá parte o “Mastrou”, um autêntico trem a vapor de 1900 que atravessa as paisagens selvagens até Lamastre. Após esse sopro de natureza, vá para Châteauneuf-sur-Isère, onde está o Vineum. Nas profundezas das galerias subterrâneas, a célebre propriedade &lt;strong&gt;Paul Jaboulet Aîné&lt;/strong&gt; envelhece seus vinhos a temperatura constante. Pode entregar-se a uma vasta degustação dos grandes “Côtes du Rhône” num ambiente insólito.&lt;br /&gt;Passando a cidade de &lt;strong&gt;Valence&lt;/strong&gt;, começa a &lt;strong&gt;Drôme &lt;/strong&gt;provençal. Na direção de Nyons, sua capital, onde um museu de oliveira, velhos museus e um ambiente autêntico o esperam. De lá, vá para Vaison-la-Romaine, classificada cidade de arte, que conservou numerosos testemunhos da antiguidade, considerada o maior sítio arqueológico da França, com seu castelo medieval.&lt;br /&gt;No sul estão localizados, em um pequeno perímetro, três vinhedos famosos, o &lt;strong&gt;Gigondas&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Vacqueyras&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Beaume-de-Venise&lt;/strong&gt;, este último produz um delicioso vinho suave. Dirija-se então para &lt;strong&gt;Avignon&lt;/strong&gt;, a cidade dos Papas, que conservou suas muralhas medievais e um palácio extraordinário. Se você é apaixonado pela Antiguidade, faça um desvio para o norte para visitar o antigo teatro de Orange, e depois para oeste para subir no Pont du Gard, um aqueduto romano classificado como patrimônio mundial da humanidade. Vale a pena uma parada em Nîmes, cidade ao mesmo tempo romana, clássica e contemporânea. Entre os dois lugares você passará perto de Châteauneuf-du-Pape, que produz um dos melhores “crus” da Cotes-du- Rhône. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Em seguida, pegue a estrada para &lt;strong&gt;Aix-en-Provence&lt;/strong&gt;. Lugar dos vinhos frutados da risonha Provence, cujos rosés são célebres no mundo inteiro! Coteaux d’Aix, Côtes de Provence, Coteaux varois… o vinhedo é vasto e os vinhos são muito variados. A cidade de Aix vai seduzi-lo com certeza, com suas belas casas antigas e suas praças sob a sombra dos plátanos. Perto dali o espera a montanha Sainte-Victoire, cara ao pintor Cézanne a quem o “País de Aix” fez uma vibrante homenagem recentemente. Continuando para leste, você passará diante da abadia de Saint-Maximin, escondida no maciço de Sainte-Baume, e depois pela abadia de la Celle e, enfim, pela do Thoronet, três jóias da arte religiosa medieval. Entre as duas últimas, estendem-se propriedades vinícolas em torno da cidade de Brignoles. Em uma paisagem de colinas verdes você chegará em seguida nos Arcs-sur-Argens, que abrigam a Casa dos Vinhos da Provence, onde você poderá conhecer os diferentes Cotes-de-Provence. Quando chegar em Fréjus, classificada como cidade de arte, respire o ar do mar e visite o imponente grupo episcopal, e também o teatro romano. Os apaixonados pelo mar seguirão a estrada para Marseille pela costa, para aproveitar a paisagem, e farão uma parada em Bandol e Cassis para experimentar os deliciosos vinhos, ninados pelo canto das cigarras.&lt;br /&gt;Na região da Provence, vá a todos os lugares que quiser, mas não deixe de conhecer "&lt;strong&gt;Les Baux-de-Provence&lt;/strong&gt;", um vilarejo com menos de 500 habitantes, onde está localizado um dos melhores restaurantes da França - o "&lt;strong&gt;Oustaù de Baumanière&lt;/strong&gt;", que ostenta 02 (duas) estrelas no Guia Michelin (A Bíblia da Gastronomia), e cuja cozinha é comandada pelo Chef &lt;strong&gt;Alain Burnel&lt;/strong&gt;, um dos raros discípulos de &lt;strong&gt;Roger Jaloux&lt;/strong&gt;, mestre de &lt;strong&gt;Paul Bocuse&lt;/strong&gt;, o maior nome da Nouvelle Cuisine!&lt;br /&gt;De entrada, peça "Carpaccio de Vieira e Foie Gras com Vinagrete de Soja e Trufa". Depois, para nunca mais se esquecer, peça "Carré de Cordeiro na Massa Filo" (Cânon d'Agneau em Crôute). A fama desse prato começou em 1945, quando o restaurante foi aberto, e permanece até hoje no Cardápio!&lt;br /&gt;Para quem ainda não sabe, Les Baux-de-Provence fica bem próxima de Arles e Avignon. É toda medieval, ainda com ruínas lembrando que foi uma das primeiras cidadelas fortificadas da atual Europa. Sua fundação data da época das legiões do Império Romano. (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Se quiser saber mais sobre o “Oustaù de Baumanière” em Les Baux-de-Provence, acesse: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.splendia.com/pt/oustau-de-baumaniere-les-baux-de-provence.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;http://www.splendia.com/pt/oustau-de-baumaniere-les-baux-de-provence.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; )&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Quem já foi, toda vez que volta à França não deixa mais de passar por lá! Mesmo porque toda a região é maravilhosamente linda! Além disso, quando chegar em Fréjus você estará em plena Côte D’Azur... E poderá desfrutar das belezas de St. Tropez, Cap D’Antibes, Cannes, Nice, Saint-Paul-de-Vence, Roquebrune-Cap-Martin, Mônaco, Menton, etc, etc, etc... Vida ruim, né?&lt;br /&gt;Vinhos na Côte D’Azur? Experimente um Rosé do “Domaine Château de Vannieres”, da vizinha “Appellation Bandol Côntrolée”. ...Você vai amar!&lt;br /&gt;Alguns endereços de ótimos produtores para você conhecer seus vinhedos e desfrutar bons vinhos!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Na Côtes-du-Rhône:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Paul Jaboulet Aîné S.A. ("Les Jalets")&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;RN 7 - BP 46 La-Roche-de-Glun&lt;br /&gt;26.600 Tain L’Hermitage - France.&lt;br /&gt;Tel. + (33) 04.75.84.68.93&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Na Provence/Bandol:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Domaine de la Roche Redonne&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Contato: Geneviève TOURNIER&lt;br /&gt;Chemin des Paluns - 83740 La Cadière d’Azur - France.&lt;br /&gt;Tél. + (33) 04.94.90.11.83&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Domaine Château de Vannieres&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Contato: Eric BOISSEAUX&lt;br /&gt;Chemin de Saint-Antoine - 83740 La Cadière d’Azur - France.&lt;br /&gt;Tél. + (33) 04.94.90.08.08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bon Voyage!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-1786967301072361003?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/1786967301072361003/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=1786967301072361003' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/1786967301072361003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/1786967301072361003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2007/08/frana-rota-dos-vinhos-do-sul-ao-sol-da.html' title='França - A rota dos vinhos do sul, ao sol da Côtes-du-Rhône e Provence...'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/Rs9FJ1JtbuI/AAAAAAAAAAs/YlwTnUOZ0LI/s72-c/Provence+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-8538619877932241884</id><published>2007-08-14T00:16:00.000-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:10.582-04:00</updated><title type='text'>"Quintessence du Gamay" em Manaus, Amazonas!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098408559549607458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 181px" height="214" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/RsEvkofD7iI/AAAAAAAAAAM/kNIBXZRrccY/s200/Adega+TOP+Internacional+-+Quintessence+du+Gamay.JPG?SSImageQuality=Full" width="133" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Apresento a todos, com muito orgulho, o vinho "Quintessence du Gamay", safra 2004, elaborado 100% com a casta Gamay, pelo "Domaine des Nugues", de Lancié - Bourgogne, França. Está disponível apenas na Adega da TOP Internacional (Manaus - AM), por ter sido a única importadora com a qual intermediei a primeira remessa desse que é considerado um &lt;em&gt;concentrado de prazeres&lt;/em&gt;. Foram produzidas apenas 4.500 garrafas. De cor vermelho-ruby brilhante, aromas de frutas vermelhas maduras (framboesas e cerejas), levíssimo, macio e sedoso, com um final de boca prolongado, persistente... Provém de vinhedos próprios e selecionados, localizados na região do Beaujolais, onde as uvas são colhidas em fase de maturação avançada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Junto com esse vinho, conseguimos também trazer outros belos exemplares produzidos pelo "Domaine des Nugues", do meu caro amigo Gerard Gelin, igualmente disponíveis somente na referida importadora: Fleurie, Morgon, Beuajolais-Village e Beaujolais Rosé, todos eles com excelente custo/benefício.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R2shdRJ3q1I/AAAAAAAAABM/V8hRZ6HtxD4/s1600-h/Bourgogne0002.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5146243785905646418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R2shdRJ3q1I/AAAAAAAAABM/V8hRZ6HtxD4/s200/Bourgogne0002.JPG?SSImageQuality=Full" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Importante frisar que esse produtor nunca exportou seus vinhos para nenhum país do continente americano. Essa importação foi a primeira realizada para o Brasil e exclusivamente por minha insistência pessoal, pois sua produção é totalmente consumida na Europa. Portanto, quem aprecia bons vinhos, aproveite para descobrir e conhecer essas maravilhas que não serão encontradas em nenhum outro lugar fora de Manaus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Registro aqui os meus sinceros agradecimentos ao amigo Gerard Gelin - Vigneron proprietário do "Domaine des Nugues", pela oportunidade de poder saborear seus vinhos no meio da Amazônia e, do mesmo modo, também à TOP Internacional por ter sido a responsável e garantidora desse prazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Bons goles a todos!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-8538619877932241884?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/8538619877932241884/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=8538619877932241884' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/8538619877932241884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/8538619877932241884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2007/08/quintessence-du-gamay-em-manaus.html' title='&quot;Quintessence du Gamay&quot; em Manaus, Amazonas!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/RsEvkofD7iI/AAAAAAAAAAM/kNIBXZRrccY/s72-c/Adega+TOP+Internacional+-+Quintessence+du+Gamay.JPG?SSImageQuality=Full' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-6222585748624353137</id><published>2007-03-17T11:34:00.000-04:00</published><updated>2007-03-17T11:37:12.143-04:00</updated><title type='text'>Château D'Yquem - Sauternes, Bordeaux - França</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O distrito de Sauternes, na região de Bordeaux, é conhecido pelos vinhos doces de sobremesa mais famosos do mundo. O Château D' Yquem, que pertenceu à família Lur-Saluces desde o século 18 até meados de 1998 (hoje pertence ao Grupo LVMH - Moet &amp; Chandon) é o mais antigo e prestigiado nome desses vinhos, cujos preços alcançam valores que seus concorrentes nem sequer aspiram. Todos os vinhos Sauternes são produzidos com uvas "botrytizadas", isto é, atacadas por um fungo (Botrytis Cinerea) que as deixam enrugadas e desidratadas, parecendo uma "uva passa", com sumo residual extremamente doce e concentrado. O segredo do "Yquem" reside na colheita individual dessas uvas, ao contrário de outros produtores que colhem cachos inteiros contendo apenas uma certa quantidade delas. É um processo demorado, cansativo e oneroso, exigindo uma série de incursões pelos vinhedos durante a colheita que pode se prolongar até por dois meses. Inevitavelmente, o rendimento dos vinhedos é muito baixo, atingindo a incrível relação de uma videira para cada copo, pois é preciso uma quantidade enorme de uvas para produzir pouco vinho. Maturado por até 42 meses em barricas de carvalho novo, o "Yquem" é um vinho complexo, com bouquet intenso e persistente de frutas super maduras e de mel, com sabor imensamente rico e prolongado. Quando ainda novo tem cor dourada com reflexos esverdeados e, na medida em que vai envelhecendo, ouro velho e âmbar. Perfeito acompanhamento para Foie Gras, Pêssegos maduros e sobremesas como o Crème Brûlée, o Château D' Yquem é um néctar raro e caro, mas quem o degustar saberá porque é o exemplo supremo de um vinho de sobremesa. Uma garrafa (500ml) da safra de 1959, considerada uma das melhores dos últimos 60 anos, vale hoje mais de três mil euros! Algumas safras podem durar até mais de 100 anos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-6222585748624353137?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/6222585748624353137/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=6222585748624353137' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/6222585748624353137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/6222585748624353137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2007/03/chteau-dyquem-sauternes-bordeaux-frana.html' title='Château D&apos;Yquem - Sauternes, Bordeaux - França'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-7565734108738884041</id><published>2007-02-19T16:19:00.000-04:00</published><updated>2007-02-19T16:40:39.715-04:00</updated><title type='text'>O Vinho no Brasil...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;As primeira videiras foram introduzidas no Brasil por &lt;span style="color:#660000;"&gt;Martin Afonso de Souza&lt;/span&gt;, em 1532, na então &lt;span style="color:#660000;"&gt;Capitania de São Vicente&lt;/span&gt;. As castas, que posteriormente se espalhariam por outras regiões do país, eram da qualidade &lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;em&gt;vitis vinifera&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;, oriundas de Portugal e da Espanha.&lt;br /&gt;O fundador da cidade de Santos, &lt;span style="color:#660000;"&gt;Bras Cubas&lt;/span&gt;, foi o primeiro a tentar cultivar videiras de forma mais ordenada. Entretanto, da mesma forma que a tentativa precedente, não obteve muito êxito. Em parte, o insucesso da produção de vinhos no Brasil deu-se pelo protecionismo comercial exercido por Portugal, tendo a &lt;em&gt;Corte &lt;/em&gt;inclusive proibido o cultivo de uvas, em 1789!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;No Rio Grande do Sul, as primeiras videiras foram introduzidas pelos &lt;span style="color:#660000;"&gt;Padres Jesuitas&lt;/span&gt; ainda em 1626. A introdução de castas européias no Rio Grande se deu com a chegada dos imigrantes alemães, que obtiveram bons resultados.&lt;br /&gt;As videiras americanas, especialmente das espécies &lt;em&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Vitis labrusca&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e &lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;em&gt;Vitis bourquina&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; (variedades Isabel, hoje a mais plantada do Rio Grande do Sul, Concord e outras), foram importadas em 1840 pelo comerciante &lt;span style="color:#660000;"&gt;Thomas Master&lt;/span&gt;, que a plantou na &lt;span style="color:#660000;"&gt;Ilha dos Marinheiros&lt;/span&gt;, em Rio Grande.&lt;br /&gt;A viniviticultura gaúcha tem um grande impulso a partir de 1875, com a chegada de imigrantes italianos, que aportaram com videiras (trazidas principalmente da região do Vêneto) e uma forte cultura de consumo e produção de vinhos. Apesar do sucesso inicial, as videiras foram dizimadas por doenças fungícas. Porém, com a introdução da variedade &lt;span style="color:#660000;"&gt;Isabel&lt;/span&gt;, cultivada pelos colonos alemães no vale do rio dos Sinos, que adaptou-se muito bem na região nordeste, permtiu a continuidade da produção de uvas e vinhos que, espalhando-se para outras regiões do país, tornou-se base do desenvolvimento da vitivinicultura no Rio Grande do Sul e de São Paulo. Mas foi somente a partir da década de 90 que vinhos de maior qualidade passaram a ser produzidos, com crescente profissionalização. A região produz hoje vinhos de qualidade bastante satisfatória e crescente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;Outra região que está crescendo e firmando-se como produtora de vinhos de qualidade é o &lt;span style="color:#660000;"&gt;Vale do São Francisco&lt;/span&gt;, situado nos Estados de Pernambuco e Bahia. Como em todas as regiões, a viticultura é fundamental, desempenhando aqui um fator primordial, pois devido às características climáticas, esta região é a única do mundo a produzir vinhos de qualidade oriundos de duas colheitas por ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;Embora ainda "criança" na elaboração de vinhos, em comparação aos países do Continente Europeu, destaca-se no Brasil a produção de Espumantes, que se beneficiam de um clima bastante favorável (muito semelhante ao do Vale de Champagne, na França), principalmente na região de Garibaldi, ao lado do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul. Os espumantes brasileiros estão hoje entre os melhores do mundo, mas ainda carentes de distribuição mundial e reconhecimento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-7565734108738884041?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/7565734108738884041/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=7565734108738884041' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/7565734108738884041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/7565734108738884041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2007/02/o-vinho-no-brasil.html' title='O Vinho no Brasil...'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-117034843495193710</id><published>2007-02-01T12:39:00.000-04:00</published><updated>2007-02-01T12:47:14.966-04:00</updated><title type='text'>O Vinho Jerez!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jerez se situa na região de Andaluzia, ao sul de Sevilla (Espanha). Tem seus vinhedos em torno das cidades de Sanlúcar de &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Barrameda e Jerez de la Frontera; produz um vinho de características bem peculiares. As castas brancas palomino, palomino fino e pedro ximenes são as responsáveis por esses vinhos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Os vinhos Jerez (todos fortificados) podem ser classificados como "&lt;strong&gt;Finos&lt;/strong&gt;" ou "&lt;strong&gt;Olorosos&lt;/strong&gt;".&lt;br /&gt;Os &lt;strong&gt;Finos&lt;/strong&gt; se dividem em dois tipos:&lt;br /&gt;1. Finos propriamente ditos, são vinhos de cor clara e atingem uma graduação alcoólica entre 15,5 e 17%.&lt;br /&gt;2. Amontillados são de cor âmbar, muito secos e com álcool entre 16 e 18% do volume.&lt;br /&gt;Os &lt;strong&gt;Olorosos&lt;/strong&gt; são mais escuros que os &lt;strong&gt;Finos&lt;/strong&gt; e têm densidade e teor alcoólico maior; existem em diversas variedades:&lt;br /&gt;&gt; &lt;strong&gt;Rayas&lt;/strong&gt;, uma classe inferior de oloroso, são vinhos encorpados e de aromas menos delicados tendo normalmente mais de 18% de álcool.&lt;br /&gt;&gt; &lt;strong&gt;Olorosos&lt;/strong&gt;, propriamente ditos, são vinhos secos, de cor ouro escuro, bem aromáticos, com teor alcoólico acima de 18%.&lt;br /&gt;&gt; &lt;strong&gt;Paloscortados&lt;/strong&gt; - um tipo superior de oloroso - possuem normalmente os aromas dos Amontillados e o sabor do Oloroso, bem como sua cor e seu teor alcoólico.&lt;br /&gt;&gt; &lt;strong&gt;Creams&lt;/strong&gt; são vinhos meio doces, com o corpo dos olorosos. São uma mistura de vinhos secos olorosos, com uma parte de pedro ximenes.&lt;br /&gt;Há também vinhos doces que têm cor escura, feitos com duas castas diferentes:&lt;br /&gt;&gt; &lt;strong&gt;Pedro Ximenes&lt;/strong&gt;, vinho doce natural, feito com a uva branca pedro ximenes. Tem cor escura e teor alcoólico entre 10 e 15%.&lt;br /&gt;&gt; &lt;strong&gt;Moscatel&lt;/strong&gt;, também vinho doce natural, feito a partir da uva moscatel, com 10 a 20 % de álcool.&lt;br /&gt;&gt; &lt;strong&gt;Manzanilla&lt;/strong&gt;, produzido na região de Sanlucar de Barrameda e que, apesar de ser controlado pelo Conselho Regulador do Jerez, é uma D.O. diferente deste. É um vinho seco, leve, muito claro e muito aromático, possui de 15,5 a 17% de álcool. É produzido em dois tipos: o Manzanilla Fina, que não envelhece, e o Manzanilla Pasada, que adquire um certo envelhecimento, lembrando um pouco os olorosos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lembrete&lt;/strong&gt;: Nas sobremesas à base de chocolate (substituindo o Banyuls - que é o único vinho específico para acompanhar chocolates - produzido no sul da França, numa minúscula região beirando o Mediterrâneo, depois de Perpignan, entre Port-Vendres e Cerbéres), harmonize com o Jerez Pedro Ximenes, você vai notar que ele "lava" a boca limpando o paladar para apreciar o sabor do doce. É ótimo!&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-117034843495193710?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/117034843495193710/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=117034843495193710' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/117034843495193710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/117034843495193710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2007/02/o-vinho-jerez.html' title='O Vinho Jerez!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-116545929409663255</id><published>2006-12-06T22:28:00.000-04:00</published><updated>2006-12-06T22:41:34.106-04:00</updated><title type='text'>Vinho, Arte e história sob o Sol da Toscana...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não bastasse a &lt;strong&gt;Toscana&lt;/strong&gt; ser o berço do Renascimento e merecer o título de "Jardim da Itália" por suas áreas verdes, ela também é a principal região vinícola do país. Ou seja, viajar pela &lt;strong&gt;Toscana &lt;/strong&gt;é se deleitar com muita paisagem bonita, cidades históricas, grandes museus e fina gastronomia. Pelos vales verdes, enfeitados de ciprestes, castelos no alto das colinas e vilas de pedra, estão mais de 600 fazendas que oferecem degustação de vinhos produzidos ali mesmo. São lugares em que você pode degustar suas taças enquanto prova a cozinha local, famosa pelas carnes de caça, pelo uso de ervas, pelo queijo Peccorino e pelo apreço ao Azeite de Oliva, outra especialidade da região. Firenze (&lt;span style="color:#666600;"&gt;Florença&lt;/span&gt;), a principal cidade toscana, é a maior vitrine de arte renascentista do mundo. Seus museus, praças e igrejas estão repletos de obras de &lt;span style="color:#666600;"&gt;Michelangelo&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#666600;"&gt;Donatell&lt;/span&gt;o, &lt;span style="color:#666600;"&gt;Botticelli&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#666600;"&gt;Giotto&lt;/span&gt; e &lt;span style="color:#666600;"&gt;Tiziano&lt;/span&gt;. A &lt;span style="color:#666600;"&gt;Catedral de Santa Maria del Fiore&lt;/span&gt;, com sua espetacular cúpula terracota, mais conhecida como &lt;span style="color:#666600;"&gt;Duomo&lt;/span&gt;, é uma obra-prima renascentista que domina a paisagem da cidade. É também aqui que fica a Ponte Vecchio, debruçada sobre o &lt;span style="color:#666600;"&gt;Rio Arno&lt;/span&gt; com seus quiosques cobertos, cenário de um dos cartões-postais mais populares da Itália. Outra cidade fundamental da região é &lt;strong&gt;Siena&lt;/strong&gt;, mais conhecida por ser palco do &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;Palio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, uma corrida de cavalos realizada nos mesmos moldes da Idade Média, no meio da praça. As regiões vinícolas mais importantes da &lt;strong&gt;Toscana &lt;/strong&gt;são &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;Chianti&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, ao norte de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;Siena&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, de onde vem o vinho de mesmo nome (um corte com predominância de uvas Sangiovese) e &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;Montalcino&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, ao sul também de &lt;strong&gt;Siena&lt;/strong&gt;, região do renomado vinho &lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;Brunello de Montalcino&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (feito apenas com a uva Brunello, um clone da Sangiovese). &lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;Montalcino&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, para quem ainda não sabe, é uma das cidades mais sofisticadas da &lt;strong&gt;Toscana&lt;/strong&gt;! Em &lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;Chianti&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, a grande pedida é fazer agriturismo, ou seja, viver o clima local &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;hospedando-se numa antiga fazenda. Antiga mesmo!... A "&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;Relais della Rovere&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;", por exemplo, é uma propriedade do século 15, com uma belíssima mansão de época restaurada. Algumas dessas fazendas são também produtoras de vinho, mas a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;Rovere&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, uma das mais sofisticadas da região, "&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;só&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;" faz azeite de oliva...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-116545929409663255?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/116545929409663255/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=116545929409663255' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/116545929409663255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/116545929409663255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/12/vinho-arte-e-histria-sob-o-sol-da.html' title='Vinho, Arte e história sob o Sol da Toscana...'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-116423301423361337</id><published>2006-11-22T17:53:00.000-04:00</published><updated>2006-11-22T18:19:17.356-04:00</updated><title type='text'>Harmonização - Vinhos &amp; Peixes / Frutos do Mar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000099;"&gt;Os vinhos brancos são consenso... Mas é difícil chegar a uma regra geral, e as escolhas vão do Champagne ao Verde. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000099;"&gt;Os peixes e frutos do mar pedem brancos. As exceções ficam por conta dos pratos de peixes preparados com molho de vinho tinto e algumas receitas de sabor forte e bem temperadas, como um Atum num molho acebolado e com pimentão, por exemplo. Mesmo nesses casos é bom escolher um tinto com pouco tanino e pouco adstringente para fazer o molho e acompanhar o prato à mesa, pois o tanino dos tintos costuma dar um gosto de maresia aos peixes.&lt;br /&gt;Os crustáceos, como as Lagostas e Camarões, costumam agradecer a companhia de brancos de classe, como os Bourgogne e outros encorpados elaborados com a uva Chardonnay no Chile, Argentina, Austrália e EUA. Um bom Bordeaux branco, um Riesling de classe da Alsácia, um Rioja também costumam complementar corretamente esses pratos.&lt;br /&gt;As Paellas pedem brancos potentes, como os da região de Rioja (Espanha), normalmente envelhecidos em tonéis de carvalho. Algumas Paellas, notadamente as que incluem carnes de porco e de frango, aceitam também um bom tinto (Tempranillo) como um Rioja Reserva, que já é envelhecido na adega, perdendo tanino e agressividade.&lt;br /&gt;A combinação de Ostras cruas com o Champagne e/ou Espumante e com os brancos bastante secos de Chablis é clássica. Os mariscos pedem vinhos bem secos e com bastante acidez. O português ‘Verde’ branco e seco fica ótimo com mariscos em geral.&lt;br /&gt;Como já dito anteriormente, é difícil chegar a uma regra geral para combinar brancos e peixes. Um Linguado, de paladar delicado e fino, pede um branco de classe, o que vale para outros peixes de carne branca e fina, como Robalo, Pescada, Badejo etc. Já a Sardinha evoca um vinho agressivo, ácido, como o Verde branco e o Muscadet.&lt;br /&gt;Existem alguns brancos que se agigantam com pratos de peixes e frutos do mar... Entre esses estão o 'Muscadet' (francês) e o ‘Verdicchio dei Castelli di Lesi’ (italiano). Também o francês Sancerre e o italiano Soave acompanham muitos peixes. São escolhas sensatas para as frituras empanadas de peixes, típicas da cozinha italiana. Um Pinot Grigio italiano, um bom Chardonnay ou um Riesling nacional também.&lt;br /&gt;O Salmão fresco anula vinhos brancos delicados. Assim, é melhor ficar com um grande branco, com bastante concentração de sabor, como um Pinot Gris da Alsácia, um Tokaji Furmint da Hungria, ou com um bom Champagne e/ou Espumante.&lt;br /&gt;Já para o Salmão defumado, os especialistas recomendam uma vodka bem gelada, uma cerveja ou vinhos potentes e secos, como os de Jerez (do tipo Fino). O 'Fino de Jerez' também costuma ser indicado para complementar as Sopas de Peixes, como a ‘bouillabaisse’ e as caldeiradas.&lt;br /&gt;Os "Sushi", de modo geral, combinam com o Champagne e/ou Espumantes bem secos.&lt;br /&gt;Já os peixes de rio (água doce), a exemplo do Pirarucu, Tambaqui, Tucunaré, Pacu, Dourado, Lambari, Piapara e Pintado, vão bem com Sauvignon Blanc e/ou Chardonnay - brancos mais potentes. Mas também aceitam tranquilamente tintos pouco tânicos e rosados (rosés).&lt;br /&gt;Bons goles e... Saúde!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-116423301423361337?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/116423301423361337/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=116423301423361337' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/116423301423361337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/116423301423361337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/11/harmonizao-vinhos-peixes-frutos-do-mar.html' title='Harmonização - Vinhos &amp; Peixes / Frutos do Mar'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115957080982769134</id><published>2006-09-29T18:54:00.000-04:00</published><updated>2006-10-22T18:44:32.840-04:00</updated><title type='text'>Carménère</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Carménère: de extinta à grande estrela da viticultura chilena, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;essa uva tem uma história bonita e interessante...&lt;br /&gt;De origem francesa, mais especificamente da região de Bordeaux, no início do século XX foi disimada do mapa vinícola da Europa pela praga "Filoxera", que atacou os vinhedos europeus no final do século XIX. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;As mudas dessa casta sobreviveram no Chile pelo fato do país possuir a maior proteção natural do mundo, qual seja: A Cordilheira dos Andes de um lado, o oceano Pacífico do outro, o Deserto de Atacama ao norte e os glaciais ao sul. Do início do século XX até a década de 70, essa uva foi confundida e plantada junto com a Merlot e os vinhos com ela elaborados vendidos como tal, apesar dela amadurecer bem mais tarde do que a 'prima' Merlot. A partir da identificação, pelo ampelógrafo francês Jean-Michel Boursiquot, o Chile ficou marcado por esta uva, hoje cultivada em poucos lugares. É uma uva difícil, exigente, que pede um solo muito seco, mas gera vinhos elegantes, com taninos macios. Adaptou-se tão bem ao país que é no Chile onde ela demonstra todo seu potencial e sabor, tornando-se uva de extrema importância para a produção nacional. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;No Brasil, mais precisamente na região do Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves - RS), já podemos encontrar belos vinhedos de Carménère e bons vinhos com ela elaborados... Um bom exemplar é o Cavalleri Carménère, da Vinícola "Adega Cavalleri", entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115957080982769134?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115957080982769134/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115957080982769134' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115957080982769134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115957080982769134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/09/carmnre.html' title='Carménère'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115957020782235263</id><published>2006-09-29T18:44:00.000-04:00</published><updated>2006-09-29T18:50:07.836-04:00</updated><title type='text'>Vinho Verde - Minho, Portugal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Uma característica comum a todos os vinhos brancos é que nenhum deles é branco. Compare um copo de leite com um copo de vinho branco... Mesmo que você não seja um enófilo, saberá dizer qual dos dois tem vinho, certo? A mesma idéia cabe para os vinhos verdes, ou seja, nenhum deles é verde... Ou é branco ou é tinto. Coloque um cálice de licor de menta ao lado de um cálice de vinho verde: você saberá dizer qual tem vinho, qual não tem... É que o nome "verde" não tem nada a ver com a coloração e sim com o frescor e com a pouca idade com que deve obrigatoriamente ser consumido. É "verde", pois, em oposição a "maduro".&lt;br /&gt;O Vinho Verde é uma bebida típica da região do Minho - Nororeste de Portugal, já na fronteira com a Galícia (Espanha) onde vive a maior concentração (cerca de 20%) de habitantes do país. Com área de 70 mil hectares, as uvas que entram em sua composição representam 15% do total plantado em Portugal. O clima é marcado por estações bem definidas, com chuvas de inverno (as chuvas no verão prejudicam o amadurecimento da fruta). Seu solo é granítico, xistoso, arenoso, e com formação de gnaisse. As sub-regiões do Minho são: Monção, Lima, Amarante, Penafiel, Braga e Basto.&lt;br /&gt;A origem do nome Vinho Verde é incerta. Alguns dizem que o vinho ganhou esse nome devido ao seu frescor, jovialidade e acidez, características de um fruto ainda verde. Outros sustentam que ele vem da região, que abrange a maior área verde do país. A bebida tem sua denominação registrada desde 1973, mas o vinho é conhecido desde o século 17.&lt;br /&gt;As principais uvas do Vinho Verde branco são: Alvarinho, Pedernã, Trajadura (também conhecida como Trincadeira), Azal Branco (ou Gadelhudo, Pinheiro), Avesso e Batoca. Já as que compõem o tinto são: Espadeiro, Rabo de Ovelha e Vinhão. Em seu processo de produção, quase 100% das uvas ácidas passam por uma 2ª fermentação, a fermentação malolática (que transforma o agressivo ácido málico em ácido lático, mais suave). Atualmente, essa gaseificação natural característica do Vinho Verde costuma ser incrementada com a adição de gás carbônico. O resultado final é um vinho leve, de alta acidez e baixo teor alcoólico, ligeiramente ácido e que precisa ser consumido ainda jovem, ou seja, os melhores vinhos verdes são de safras recentes. Os elaborados com a uva Alvarinho, menos ácidos, mais encorpados e com bastante classe, duram um pouco mais (cerca de 3 anos). No Brasil são comuns, entre tantos outros, o Palácio da Brejoeira, o Casal Garcia, o Casal Mendes, o Soalheiro, o Alvarinho, o Casalinho e o indefectível Acácio dos nossos restaurantes portugueses. Todos eles devem ser servidos entre 08 e 10ºC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115957020782235263?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115957020782235263/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115957020782235263' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115957020782235263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115957020782235263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/09/vinho-verde-minho-portugal.html' title='Vinho Verde - Minho, Portugal'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115828025873121578</id><published>2006-09-14T20:15:00.000-04:00</published><updated>2006-09-14T20:36:33.410-04:00</updated><title type='text'>A história do Sabrage!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/sabre_m.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/320/sabre_m.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O Sabre conquistou a Europa num tempo em que os cavaleiros duelavam pela honra de sua dama, ou pela sua própria. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Conta à história que, no início do século XVIII, Napoleão e seus soldados possuíam a tradição de comemorar suas vitórias nos campos de batalha realizando a degola das garrafas de champagne com um único golpe de seu sabre. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Com a evolução, o Sabre sofreu diversas modificações. Hoje, ele é feito artesanalmente, não possuindo fio de corte. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Seu uso é única e exclusivamente para expulsar a rolha e o início do gargalo de um Espumante e/ou Champagne. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Também pode ser usado como um belíssimo elemento decorativo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;TÉCNICA DE USO&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1. Remove-se a cápsula e a gaiola da garrafa.&lt;br /&gt;2. Com uma das mãos segura-se firmemente a garrafa na base, apoiando o dedo polegar no fundo da garrafa e com a outra mão, o Sabre.&lt;br /&gt;3. A garrafa deve ficar levemente inclinada para cima e para frente, apontando para o lado oposto dos presentes.&lt;br /&gt;4. Posiciona-se a lâmina do sabre no início do gargalo da garrafa, e com um golpe firme, porém não com força (para não quebrar a garrafa), desliza-se a lâmina em direção ao bico da garrafa, a qual se rompe, levando consigo a rolha.&lt;br /&gt;5. Nesse momento um jato de espuma se projeta para frente. &lt;em&gt;Voilá!&lt;/em&gt; Taças a postos... É hora de servir o Espumante!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115828025873121578?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115828025873121578/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115828025873121578' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115828025873121578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115828025873121578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/09/histria-do-sabrage.html' title='A história do Sabrage!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115636526329221728</id><published>2006-08-23T15:59:00.000-04:00</published><updated>2006-08-23T16:34:23.346-04:00</updated><title type='text'>Os Vinhos do Porto!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Os vinhos do &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Porto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, marca importante na vinicultura portuguesa, têm sua classificação pelo cruzamento de três informações: Tempo nos tonéis, Idade e Colheita. O "&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Porto Ruby&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;" é o mais simples, procedendo de vinhos e uvas de vários fornecedores e permanecendo no máximo 02 anos nos tonéis, quando é engarrafado sem filtração. O "&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Porto Tawny&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;" é um básico de misturas, um pouco mais envelhecido nos tonéis. Depois, podemos ter os "&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;" 10 anos, 20 anos, 30 anos e até mais de 40 anos. No entanto, isso não significa que tenha tal idade, mas que apresenta características correspondentes às mesmas. Finalmente, temos o Porto "&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Colheita&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;", ou seja, indicação de que as uvas são de determinado ano e há o envelhecimento até 07 anos nos barris. O "&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Porto Vintage&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;" tem origem numa única colheita, que deve ser indicada no rótulo, e ser engarrafado após 02 ou 03 anos nos barris. O Porto "&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;LBV&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;" &lt;em&gt;(Late Bottled Vintage)&lt;/em&gt; é o mais expressivo destes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Principais castas Portuguesas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;span style="color:#663300;"&gt;Touriga ou Touriga Nacional, Jaen, Tinta Roriz ou Aragonez (que é a &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Tempranillo&lt;/em&gt; Espanhola&lt;/span&gt;), Bastardo, Alfrocheiro, Tinta Pinheira, Baga, Castelão, Trincadeira e outras tintas&lt;/span&gt;. &lt;span style="color:#006600;"&gt;Encruzado, Arinto, Cerceal, Maria Gomes e outras brancas&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115636526329221728?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115636526329221728/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115636526329221728' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115636526329221728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115636526329221728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/08/os-vinhos-do-porto.html' title='Os Vinhos do Porto!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115613017801474192</id><published>2006-08-20T23:06:00.000-04:00</published><updated>2006-08-20T23:16:18.030-04:00</updated><title type='text'>A uva branca Torrontés!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O adjetivo &lt;strong&gt;"terrantês"&lt;/strong&gt;, em desuso no português atual, significa &lt;em&gt;"originário de certa terra ou povoado"&lt;/em&gt;. Por exemplo: &lt;em&gt;Queijo terrantês, vinho terrantês, jarro terrantês...&lt;/em&gt; Na &lt;strong&gt;Península Ibérica&lt;/strong&gt; essa palavra denomina também uma variedade de uva branca, tendo sido adotadas diversas grafias para seu nome, conforme o dialeto local. Na &lt;strong&gt;Galícia&lt;/strong&gt;, por exemplo, essa casta tem presença em &lt;strong&gt;Ribeiro de Avia&lt;/strong&gt;, onde ela é a &lt;strong&gt;Tarrantés&lt;/strong&gt;. Denomina-se &lt;strong&gt;Terrantês&lt;/strong&gt; no &lt;strong&gt;Condado de Salvaterra&lt;/strong&gt; e tem o nome reconhecido internacionalmente de &lt;strong&gt;Torrantés em Montealegre&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Portugal adotou a grafia &lt;strong&gt;Terrantez&lt;/strong&gt; e com esse nome ela aparece no nordeste do país (em Trás-os-Montes), na Região Central (no Ribatejo) e no arquipélago dos Açores, particularmente na Ilha da Graciosa, onde origina um dos vinhos brancos da Cooperativa de Santa Cruz. Consta que, no passado, ela tenha sido cultivada na Ilha da Madeira. Trata-se de uma uva branca transparente, de bagos pequenos com casca fina e delicada. Dela se elabora um vinho seco, claro, muito aromático, frutado, com graduação alcoólica entre 11 e 12,5 graus e que se pode conservar por algum tempo. O renome atual da &lt;strong&gt;Torrontés&lt;/strong&gt; vem de sua surpreendente aclimatação nas províncias argentinas de &lt;strong&gt;Salta&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;La Rioja&lt;/strong&gt;, em altitudes acima de 1.000 metros, onde chegou trazida da Espanha.&lt;br /&gt;O vinho da &lt;strong&gt;Torrontés&lt;/strong&gt; é hoje considerado o mais típico entre os brancos argentinos. Que o digam as &lt;em&gt;Bodegas La Rosa&lt;/em&gt;, de Michel Torino, a &lt;em&gt;Bodega Etchart&lt;/em&gt;, de Arnaldo Etchart e a &lt;em&gt;Bodega Família Zuccardi&lt;/em&gt;, onde essa casta é também usada no vinho branco doce Santa Júlia Torrontés Tardio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115613017801474192?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115613017801474192/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115613017801474192' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115613017801474192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115613017801474192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/08/uva-branca-torronts.html' title='A uva branca Torrontés!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115552479768725124</id><published>2006-08-13T22:58:00.000-04:00</published><updated>2006-08-13T23:06:37.700-04:00</updated><title type='text'>Cabernet Sauvignon - A casta mais globalizada!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Você sabia que a "Cabernet Sauvignon" é a mais globalizada das uvas tintas?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;A Cabernet Sauvignon é uma variedade nobre originária da região de Bordeaux (França) onde produz os lendários tintos em "cortes" com Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot e, não raras vezes, também com Malbec (&lt;span style="font-size:78%;"&gt;para quem eventualmente ainda não sabia, a Malbec também é originária de Bordeaux, embora tenha se adaptada e desenvolvida maravilhosamente na Argentina!&lt;/span&gt;). De grande estrutura e tanicidade, produz vinhos longevos, de grande evolução. Levada para todas regiões do mundo, se adaptou bem em todas elas, amoldando seu caráter conforme o "terroir", mas sem perder a sua tipicidade. É a uva mais importante do Chile, onde produz grandes varietais. Também gera grandes rótulos na África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Estados Unidos e na região do Languedoc (&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Sul da França&lt;/span&gt;). A Cabernet Sauvignon também participa em "cortes" de diversos vinhos no mundo, como os Supertoscanos (na região da Toscana - Itália), Portugal, Espanha e Austrália.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115552479768725124?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115552479768725124/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115552479768725124' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115552479768725124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115552479768725124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/08/cabernet-sauvignon-casta-mais.html' title='Cabernet Sauvignon - A casta mais globalizada!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115474742880350688</id><published>2006-08-04T23:08:00.000-04:00</published><updated>2006-08-04T23:10:28.806-04:00</updated><title type='text'>Vinho é Saúde!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Desde a antiguidade o vinho é conhecido pelos benefícios à saúde de seus consumidores. Os franceses, apesar de sua gastronomia rica e hábitos sedentários, têm menos problemas cardiovasculares, como tem sido confirmado por uma série de pesquisas que vem sendo realizadas desde a década de 80.O segredo está no consumo regular e moderado do vinho, que além do prazer nos traz um conjunto de substâncias naturais que equilibram os níveis de colesterol causadores dos problemas cardiovasculares e previnem a formação dos radicais livres, que aumentam muito as chances de se ter doenças degenerativas, envelhecimento precoce e  câncer... Eis uma das razões pelas quais só bebo vinho, ou melhor dizendo, degusto vinhos! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115474742880350688?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115474742880350688/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115474742880350688' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115474742880350688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115474742880350688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/08/vinho-sade.html' title='Vinho é Saúde!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115411937205379551</id><published>2006-07-28T16:16:00.000-04:00</published><updated>2008-12-10T16:05:10.716-04:00</updated><title type='text'>Conhecendo Paris!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R4rd0hJ3q5I/AAAAAAAAABs/K2cb5_zGWs8/s1600-h/Paris+-+Fran%C3%A7a0010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155176617801657234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 231px; CURSOR: hand; HEIGHT: 168px; TEXT-ALIGN: center" height="168" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R4rd0hJ3q5I/AAAAAAAAABs/K2cb5_zGWs8/s200/Paris+-+Fran%C3%A7a0010.jpg?SSImageQuality=Full" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;-Em &lt;strong&gt;Paris&lt;/strong&gt;, faça como &lt;em&gt;Charles Baudelaire&lt;/em&gt;. Transforme-se num &lt;em&gt;“Flâneur”&lt;/em&gt; (aquele que anda pelas ruas sem um destino certo, procura símbolos ou lugares onde assentar seus devaneios). A cidade de céu incerto é repleta de símbolos, construções e belezas que estão ali apenas para serem olhadas e podem significar muito mais do que aquilo que simplesmente são, de fato. Do alto ou ao pé de seus grandes monumentos, nas ruas estreitas do &lt;strong&gt;Marais&lt;/strong&gt; ou ainda simplesmente dentro de um &lt;strong&gt;Bistrô &lt;/strong&gt;ou &lt;strong&gt;Café&lt;/strong&gt; olhando para a rua, Paris aciona esse sentimento esquisito de integração e diluição nas coisas experimentadas por &lt;em&gt;Baudelaire&lt;/em&gt; e outros tantos poetas de veia igualmente romântica e simbolista. Todos sentem e lembram disso quando estão andando pelas suas ruas e avenidas!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Paris é também uma cidade etílica, onde o vinho é bom e barato. Há um bistrô-à-vin em cada esquina, e as caves, como a do seu restaurante mais famoso &lt;strong&gt;“Tur d’Argent”&lt;/strong&gt; acumulam milhares de garrafas, com 9 mil referências diferentes! (O amigo &lt;em&gt;Claude Terrail&lt;/em&gt;, seu proprietário, que o diga!).&lt;br /&gt;Queijos? A cave do fromageur (“queijeiro”) &lt;strong&gt;Androuet&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;na rue de Amsterdam, em Montmartre&lt;/em&gt;), possui, em média, 2.500 tipos de queijos, que variam entre patês molles croutes fleuries e patês pressés, seguindo uma classificação que vocês vão levar anos para entender, mas apenas alguns segundos para apreciar!&lt;br /&gt;Comer em Paris é um delírio e, nesse ponto, os franceses mantêm-se vários corpos à frente do resto dos seres civilizados. A culinária francesa não tem rival! Experimentem, por exemplo, comer no esplêndido &lt;strong&gt;“A la Petite Chaise”&lt;/strong&gt; (nº 36, da rue de Grenelle, perto do Musée d’Orsay). Fundado em 1680 e já freqüentado, entre outros nomes, por &lt;em&gt;Voltaire, Toulouse Lautrec, André Gide&lt;/em&gt;, etc. Dá para imaginar? Depois, relaxe tomando um café no mais famoso bistrô do mundo, o &lt;strong&gt;Café de la Paix&lt;/strong&gt;, em frente à Ópera. Finja que está lendo o &lt;em&gt;Le Monde&lt;/em&gt;, mas fique ligado no visual passando pela calçada. É fantástico!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A grande maioria dos restaurantes localizada na região do hotel onde vocês irão ficar são excelentes, mas se quiser ‘conhecer’ algo bem parisiense, eis algumas dicas:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1. Crepes de tudo quanto é jeito? Vão até a rue de La Harpe, no Quartier Latin, onde também encontrará infinidades de restaurantes gregos. (Esta rua começa na esquina do Bvd. St. Germain com o Bvd. St. Michel, bem defronte ao muro das escavações das “Termas de Cluny”).&lt;br /&gt;2. Tem ainda as Brasseries! (Brasserie é uma instituição francesa onde você pode conseguir uma refeição de boa qualidade em horários impróprios, tipo 4 da tarde ou 11 da noite, sem se preocupar em fazer reserva nem colocar gravata. E ainda tem o ambiente. Além de serem os lugares mais divertidos para vocês jantarem na França, muitas brasseries são verdadeiros tesouros da “belle époque”, preservados da melhor maneira: em pleno uso!). Escolham uma:&lt;br /&gt;&gt; A mais animada: &lt;strong&gt;“La Copoule”&lt;/strong&gt;, em Montparnasse (102 Boulevard Montparnasse, Metrô Vavin). Perfeita para ostras pós-cinema. Funciona até as 02h00 da manhã!&lt;br /&gt;&gt; A mais séria: &lt;strong&gt;“Lipp”&lt;/strong&gt;, em St. Germain (151 Boulevard St. Germain, Metrô Saint-Germain-des-Prés). É a preferida dos políticos (e dos turistas da América do Norte!). Até 01h00 da manhã.&lt;br /&gt;&gt; A mais elegante: &lt;strong&gt;“Bofinger”&lt;/strong&gt;, no Marais (&lt;em&gt;5 rue de la Bastille, Metrô Bstille&lt;/em&gt;). Aviso: Não foram eles que copiaram o &lt;strong&gt;Balthazar de New York&lt;/strong&gt;, ok? Foi o contrário...&lt;br /&gt;&gt; A mais qualquer coisa: &lt;strong&gt;“Au Pied de Cochon”&lt;/strong&gt;, em Les Halles (6 rue Coquillère, Metrô Châtelet-Les Halles). A decoração é tão divertida quanto &lt;em&gt;fake&lt;/em&gt;. Vale pelo horário (funciona 24 horas) e pela oportunidade de tomar sopa de cebola na madrugada no exato lugar onde inventaram a sopa de cebola na madrugada! (Les Halles era o ‘nosso Ceasa' de Paris). Peça como fazem os franceses: &lt;em&gt;“Une gratinée, s’il vous plâit”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Ainda em Paris, seria bom conhecer bem a região do Quartier Latin, admirando a Sorbonne, o Pantheon, o Jardim de Luxembourg. Caminhem bastante pelos Bvd. Saint Michel e Saint Germain. Vocês vão ver coisas interessantes! Mas também não deixem de conhecer outros pontos atrativos, como a Tour Eiffel, o Jardim des Tuileries, a rue de Rivoli, a Place de La Concorde, e também perambular por lugares como Montparnasse, Montmartre, Marais e Champs Elisées, of course!&lt;br /&gt;Por favor, não deixem de conhecer a casa de chá mais antiga e famosa de Paris: &lt;strong&gt;Mariage Fréres!&lt;/strong&gt; (No bairro do Marais, no nº 30-32 da rue du Bourg-Tibourg. O lugar é ótimo, aconchegante e você pode degustar o chá do país que quiser, principalmente os saborosos e aromáticos do Ceilão e da Índia. Peça um “St. James” ou um “Earl Grey”, ambos do Ceilão). Se vocês gostam de chá, vão ficar maravilhados!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Você ainda entra em contato com a história observando o desenvolvimento urbanístico da cidade, num roteiro a pé, sem compromissos, tal como um &lt;em&gt;“Flaneur”&lt;/em&gt;. Eis uma dica bem interessante, não importa o endereço do hotel onde estejam hospedados:&lt;br /&gt;&gt; Partindo do ‘Arc de Triomphe’, descendo pela ‘Avenue des Champs Elysées, passando em frente ao ‘Lido’ e chegando na ‘Place de La Concorde’ (onde está o obelisco de Luxor). Girando 135º à direita e margeando o rio Sena, volta-se ao “Palais de Chailot” - que lembra vagamente o estilo fascista. Atrás do palácio pode-se observar o “Museu de Arte Moderna” no Trocadero, e à frente do "Palais de Chailot", após atravessar o rio Sena, a “Tour Eiffel”. Em seguida, no mesmo sentido, a “École Militaire”, onde Bonaparte foi estudante. A partir daí toma-se à esquerda até “Les Invalides” (onde está a tumba de Napoleão).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&gt; Depois, novamente atravessando o rio Sena (por outra ponte e outra direção), reencontra-se a Place de La Concorde, passando nos “Jardins des Tuileries”, no “Palais du Louvre”, e subindo pela rue de Rivoli até a “Place de La Bastille”.&lt;br /&gt;Depois disso, vocês terão feito um percurso que, pode-se dizer, é o coração de Paris!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(“Curtam” bastante a "Place de La Concorde!" Ela testemunhou a queda de vários impérios e legiões inimigas desfilando em seu leito. Mortos e feridos cobriram a praça, e a guilhotina manchou o seu chão com tanto sangue que nem mesmo o tempo conseguirá limpá-lo: das 2.498 pessoas decapitadas em Paris durante a revolução, 1.119 morreram&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;na&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; praça, inclusive&lt;/span&gt; Luis XVI e Maria Antonieta no ano de 1793. A praça é história pura!).&lt;br /&gt;Mesmo que o vosso tempo seja curto, não deixem de ir a &lt;strong&gt;Versailles&lt;/strong&gt;. No próprio hotel&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;você consegue saber de excursões de ½ dia que é o suficiente para, pelo menos, conhecer externamente o mais charmoso Château da França: &lt;strong&gt;Château de Versailles!&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;A toutes lês glories de France!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Localizado a poucos quilômetros de Paris, é o &lt;strong&gt;”Palácio do Rei Sol”&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Sua construção foi iniciada no século XVI, no reinado de Henrique IV - o patriarca dos “Luises” - como área de caça, prolongando-se por 50 anos, sendo utilizados 30.000 homens e 50.000 cavalos simultaneamente. Ficou caracterizado como palácio a partir de 1661, sob os auspícios de Luis XIV - o Rei Sol. Seus parques e jardins cobrem uma área de 100 hectares, com destaque para o ‘Petit Canal’, em frente a Orangerie (na época do Rei Sol com 6.000 árvores plantadas, inclusive laranjeiras). O ‘Pequeno Canal’ foi construído manualmente por 100 soldados suíços da Guarda Imperial.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#993300;"&gt;&lt;strong&gt;PARIS - Restaurantes:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Taillevent&lt;/strong&gt; - 3 estrelas no Guide Michelin&lt;br /&gt;15, Rue Lamennais - Tel. (01) 4495-1501&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lucas Carton&lt;/strong&gt; (do Chef Senderens) - 3 estrelas no Guide Michelin&lt;br /&gt;9, Place de la Madeleine - Tel. (01) 4265-2290&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benoit&lt;/strong&gt; - 1 estrela no Michelin&lt;br /&gt;20, Rue St. Martin - Tel. (01) 4272-2576&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dôme du Marais&lt;/strong&gt; - Bistrot Bib no Michelin&lt;br /&gt;53 bis, Rue Francs-Bougeois - Tel. (01) 4274-5417&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L'Ambroisie&lt;/strong&gt; (do Chef Pacaud) - 3 estrelas no Michelin&lt;br /&gt;9, Place des Vosges - Tel. (01) 4278-5145&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Heléne Darroze&lt;/strong&gt; - 2 estrelas no Michelin&lt;br /&gt;4, Rue d'Assas - Tel. (01) 4222-0011&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L'Épi Dupin&lt;/strong&gt; - Bistrot Bib no Michelin&lt;br /&gt;11, Rue Dupin - Tel. (01) 4222-6456&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;PARIS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;- Hotéis&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Quer a indicação de hotéis bem localizados, bons, higiênicos e baratos?).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;HOTEL VILLA LUXEMBOURG&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;121, Blvd. Montparnasse - Tel. (03) 4335-4635 - Fax: (03) 4047-43 01&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;HOTEL DE SENLIS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;7 et 9 rue Malebranche - Tel. (01) 4329-9310 - Fax: (01) 4329-0024&lt;br /&gt;(Localizado no Quartier Latin, nas imediações do Parthenon e do Jardim du Luxembourg)&lt;br /&gt;E-mail: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:hoteldesenlis@wanadoo.fr"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;hoteldesenlis@wanadoo.fr&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Bon Voyage! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;----------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115411937205379551?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115411937205379551/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115411937205379551' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115411937205379551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115411937205379551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/07/conhecendo-paris.html' title='Conhecendo Paris!'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9JGI863tgUI/R4rd0hJ3q5I/AAAAAAAAABs/K2cb5_zGWs8/s72-c/Paris+-+Fran%C3%A7a0010.jpg?SSImageQuality=Full' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115038097821907439</id><published>2006-06-15T09:59:00.000-04:00</published><updated>2006-06-15T10:16:18.233-04:00</updated><title type='text'>As uvas dos vinhos franceses, cujos rótulos não trazem sua identificação.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quando você pegar uma garrafa de vinho francês e quiser saber de que uva ele foi elaborado, descubra no rótulo a região de origem e... Voilá!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Bordeaux:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&gt; Tintos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Cabernet Sauvignon (predominante), Cabernet Franc, Merlot, Petit Verdot e Malbec.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&gt; Brancos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Sauvignon Blanc, Sémillon e um pouco de Muscadelle. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;2. Bordeaux&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Sub-regiões específicas):&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&gt; Tintos de Médoc:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Cabernet Sauvignon &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Também para os de Margaux, Saint-Julien, Saint-Extéphe, Pauillac, Moulis e Listrac).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&gt; Tintos de Saint Emilion:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Menos nobres que os de Médoc&lt;/span&gt;), são elaborados com as uvas Cabernet Franc e Merlot.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&gt; Tintos do Pomerol:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Merlot (a exemplo do fabuloso Château Pétrus!).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&gt; Brancos de Sauternes:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Elaborados basicamente a partir da uva Sémillon (&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os Sauternes são famosos pelos vinhos de sobremesa. O sucesso de seu sabor particular está na ação do fungo Botrytis Cinerea, que ao atacar a uva concentra seu açúcar, produzindo vinhos doces naturais&lt;/span&gt;). &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Toda a região produz vinhos botrytizados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;3. Bourgogne:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&gt; Tintos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Pinot Noir&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&gt; Brancos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Chardonnay&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;4. Chablis &lt;/strong&gt;(Bourgogne) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Somente brancos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Chardonnay&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;5. Beaujolais&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Tintos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Gamay&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;6. Côtes-du-Rhône&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&gt; Tintos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Grenache e Shiraz (predominantes).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;7. Vale do Loire&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&gt; Brancos &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;e Rosés:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Chenin Blanc ou Muscadet&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;8. Alsace&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&gt; Somente brancos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Riesling e Gewürztraminer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;9. Languedoc-Roussillon:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&gt; (Assemblage) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Shiraz, Mouvèdre, Carignan e, em alguns casos, também a Grenache.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115038097821907439?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115038097821907439/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115038097821907439' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115038097821907439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115038097821907439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/06/as-uvas-dos-vinhos-franceses-cujos.html' title='As uvas dos vinhos franceses, cujos rótulos não trazem sua identificação.'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115037992484109456</id><published>2006-06-15T09:54:00.000-04:00</published><updated>2006-06-15T09:58:44.843-04:00</updated><title type='text'>É preciso ser um especialista para apreciar vinhos?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De imediato, a resposta é não!... Porque? Porque todas as pessoas podem apreciar vinhos, assim como podem apreciar um bom prato ou restaurante, uma obra de arte ou uma boa música!O vinho é, acima de tudo, uma experiência sensorial, e o bom vinho é aquele que agrada aos nossos sentidos: paladar, olfato, visão e até mesmo tato! Não é preciso ser nenhum especialista para apreciar isto! É claro que, conforme você vai provando vários vinhos diferentes, seu paladar vai evoluindo e você passa a ter um gosto mais definido, mais apurado - e também a conhecer mais aquilo que gosta. Saber um pouco mais sobre as diferentes regiões produtoras e tipos de vinho também são um dos aspectos mais interessantes deste universo, e pode contribuir para sua apreciação. E nunca se deixe inibir com os chamados “esnobes do vinho” ou, pior ainda, com os “eno-chatos”. Além de ser uma bebida maravilhosa, milenar, o vinho é um alimento e também uma experiência muito agradável, que deve ser fonte de prazer! Todas as pessoas têm plena capacidade para apreciar vinhos e dizer o que acham deles, assim como se sentem à vontade para saborear uma carne, um peixe ou uma sobremesa, sejam qualificados como “goumets” ou especialistas em gastronomia ou não. Uma das maiores bobagens que se escuta vez ou outra, a respeito do mundo do vinho, é que “conhecedor só bebe vinho tinto”... Puro absurdo e fora da realidade! Todo conhecedor aprecia vinhos brancos - secos e doces, tintos, rosados e espumantes! Tudo tem a sua hora, seu lugar e, principalmente, seu acompanhamento. Alguns brancos - como os grandes Bourgognes, os bons Chardonnays californianos e os Rieslings alemães - estão entre os melhores vinhos do mundo. Outros são extremamente saborosos, agradáveis e refrescantes. Na praia, na piscina ou como aperitivo, por exemplo, um bom vinho branco é delicioso, assim como acompanhando peixes, frutos do mar e pratos leves. Quem não bebe brancos não pode conhecer vinhos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115037992484109456?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115037992484109456/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115037992484109456' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115037992484109456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115037992484109456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/06/preciso-ser-um-especialista-para.html' title='É preciso ser um especialista para apreciar vinhos?'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29759751.post-115037932104972759</id><published>2006-06-15T09:39:00.000-04:00</published><updated>2006-06-15T09:51:56.366-04:00</updated><title type='text'>Espumante ou Champagne?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Todo “Champagne” é um “Vinho Espumante”, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;mas nem todo “Vinho Espumante” é um “Champagne”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Champagne, para quem ainda não sabe, é uma denominação que só pode ser aplicada aos vinhos espumantes produzidos na França, numa região triangular, a 150 km de Paris, que compreende o Vale do Rio Marne (Valée du Marne), as elevações da cidade de Reims e a Côte des Blancs. Todos esses lugares são conhecidos como a região de Champagne! É uma região tão calcária que seus sapatos ficam sujos de giz ao caminhar por entre os vinhedos das vinícolas ali existentes! O mundo todo tenta copiar essa receita de vinho duplamente fermentado, descoberta pelo monge beneditino Don Pérignon nos idos de 1650. A Espanha tem a “Cava”, a Itália os espumantes “Asti” e “Prosecco”, a Alemanha o “Sekt”, e outros paises têm as suas bebidas, porém nenhuma se iguala ao legítimo “Champagne” francês. Poucos brasileiros sabem que as características do solo e do clima do sul do Brasil são perfeitas para a produção de espumantes... E mais! O nosso espumante deve ser tomado com muito orgulho, pois é respeitado até por renomados enólogos da própria região de Champagne, que o consideram o segundo melhor do mundo! (&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Meu caro amigo Philippe Mével, enólogo da Moet &amp;amp; Chandon, é um deles!&lt;/span&gt;). Esteja certo de estar fazendo bonito bebendo e servindo a seus convidados os nossos espumantes produzidos na região do Vale dos Vinhedos (Garibaldi e Bento Gonçalves - RS). Se ainda não provou, experimente! O mercado tem ótimas opções, como o Chandon Brut Excellence, o Marson Espumante Brut, o Miolo Espumante Brut, o Valduga Espumante Blush - um rosado delicioso, o Cavalleri Brut e o Cavalleri Moscatel (elaborado com a uva Moscato Giallo) - maravilhoso e imbatível para quem aprecia espumantes doces, entre outros. E o Champagne, além de gostoso, tem sua trajetória repleta de histórias saborosas... Conta-se que aquelas taças bem abertas, que nossos avós usavam para degustar e beber champagne, que hoje são aconselhadas apenas para as bebidas tipo doux (doces), teriam sido moldadas nos seios da bela Helena de Tróia. A marca Pol Roger, a predileta de Sir Winston Churchil, mandou produzir um tamanho de garrafa especialmente para ele, que considerava a meia garrafa (375ml) pequena demais e a garrafa normal (750ml) grande demais, passando então a lhe entregar a bebida em garrafas de 500ml. Aliás, o espirituoso estadista dizia, a exemplo de Napoleão, que bebia champagne nas vitórias porque merecia e nas derrotas porque precisava. A Madame Lilly de Bollinger, proprietária da casa do Champagne Bollinger, gostava tanto do espumante que produzia, que costumava dizer: ”Bebo champagne quando estou feliz e também quando estou triste. Às vezes bebo quando estou sozinha, mas quando tenho companhia considero obrigatório! Se estiver sem fome, bebo champagne, e também bebo quando estou faminta. Às vezes eu nem toco na bebida, a menos que tenha sede...”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29759751-115037932104972759?l=wineconsultant.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wineconsultant.blogspot.com/feeds/115037932104972759/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29759751&amp;postID=115037932104972759' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115037932104972759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29759751/posts/default/115037932104972759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wineconsultant.blogspot.com/2006/06/espumante-ou-champagne.html' title='Espumante ou Champagne?'/><author><name>Pedro Missioneiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01272729564335507996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://photos1.blogger.com/blogger/617/3003/1600/VINHO%20-%20Foto%202.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
